21 de abr de 2016

Cidade dos etéreos • Ransom Riggs


Autor: Ransom Riggs
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580578904
Páginas: 384
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Muito inteligente da minha parte escolher Cidade dos etéreos como leitura da vez e levar para a mesa de cabeceira. Crianças nem são assustadoras, não é mesmo? Capaz, bobagem.

A gente implica com pais que insistem para os filhos sorrir para a câmera, mas olha só os resultados alegres que dão quando eles ficam sérios?! Então, então, então.

Há bastante tempo atrás, no inicio da minha vida bookaholic, costumava começar séries pelo volume mais aleatório possível. Adorava! Porém, conforme estreitava meu relacionamento com livros, fui parando de experimentar esse tipo de conhecer séries... até o segundo volume de Orfanato da Srta Peregrine para crianças peculiares. Dei olá e boas vindas para a série de Ransom Riggs quando a história já tinha dado seus passos inicias e estava com plots em andamento. Não foi algo tão legal quanto lembrava de ser.
Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.
No inicio do livro há ilustrações dos personagens e uma breve descrição sobre eles. Nesse quesito, é fácil se inserir - logo, não é isso que afetou minha leitura. A resposta para essa questão, acredito, tem a ver como conhecer esses garotos já sem o mistério fantasioso que cercava o ambiente. O primeiro livro deve ter uma atmosfera assustadoramente cativante; Cidade dos etéreos já é narrado numa visão romantizada de todos. Não é mais sobre olha só que criança esquisita e sim sobre olha ali meu amigo. Concluo que começar do livro 2 me fez pular a melhor parte do que Riggs tinha para apresentar.

Eu não me senti empolgada com a história. Lia, sentia que havia um bom plot ali para explorar, mas não me via interessada por ele, com vontade de desbravar e ver desenrolares. Era apenas "hum, interessante, mas será que a próxima foto dará medinho?".

Porque, sejamos francos, a melhor coisa do livro é seu trabalho gráfico. É lindo, dá gosto de ver(!) (exceto na mesa de cabeceira a noite, por motivos óbvios). Por mais que a história não satisfizesse as minhas expectativas, Cidade dos Etéreos é muito ótimo de ter na estante. Lindão!
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