30 de ago de 2014

Playlist da semana!

Eita fim de semana maravilhoso que demorou três anos para chegar, não? Essa playlist já começa com esse gif mó gracinha da Blue Ivy porque é exatamente esse o feeling: animadíssimo e muito mozinho!
A gente já começa com a ótima parceria de Dillon Francis com a banda com o MELHOR-NOME-DO-MUNDO: Tottaly Enormous Extinct Dinosaurs!!!! Depois tem dobradinha retirada de Finding Carter: Different Animal e a música de abertura. Alternativos e lindos, vem American Authors com seu single mais recente. E fechando com as maiores doses de amor dessa semana: A versão farofa de Rude, do MAGIC!, feita por ZEDD; Sing, que eu já sabia a letra inteira de tanto ouvir, mas não conhecia o nome; e MELHOR COISA DE TODAS: FU, da Miley Cyrus, que me fez até apegar a má impressão que estou dessa fase de sua carreira. Se é pra dar músicas pop dark como essa, PLEASE CONTINUE!
Beijinhos ♥

29 de ago de 2014

Invisível — David Levithan e Andrea Cremer

Autores: David Levithan e Andrea Cremer
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501403223
Páginas: 322
Nota: 
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Para mim, David Levithan, autor do brilhante Todo dia, tem a expressão “blow mind” atrelada ao seu nome, como um letreiro colorido com uma gigante seta espalhafatosa que aponta direto para sua cabeça nessas livrarias lotadas de títulos diferentes. Eu imagino isso do autor e sempre espero mais. Logo, quando eu li a sinopse de Invisível e vi o nome do autor na capa, eu já sabia que vinha uma bomba de originalidade ali. Ele seria capaz de segurar qualquer história, mesmo que tivesse Andrea Cremer, que me decepcionou horrores esse ano, como aliada. A ironia é que as duas estrelinhas apagadas ali em cima não é mérito dela. Você não segurou, David!

Verdade seja dita, eu espero grandíssimas coisas desse cara. Todo dia é um dos livros mais geniais que já fez peso na minha estante, e quando penso nele, minha mente entra em parafuso com as inúmeras questões e quotes maravilhosos que essa obra me proporcionou. Quando eu vi o que o autor, acompanhado de Andrea, estava disposto a fazer em seu novo livro, abriu um leque de opções (repleto de expectativas) com todos os rumos que essa história poderia tomar. Minha mente foi longe antes mesmo de ser instigada a correr tanto.

Passei na frente dos autores. 

Enfim: o plot. Stephen é invisível. Tem 16 anos e nunca se viu. É uma maldição, algo que foi obrigado a conviver desde que nasceu. Seu pai não soube lidar com a situação e o abandonou, já a mãe aguentou o que pode até seu corpo se entregar, falecendo quando Stephen tinha 15 anos. Ele vive sozinho desde então, talvez nem lembre da própria voz. Até a nova vizinha, Elizabeth, o ver. Ela o enxerga. A maldição não foi quebrada, o resto do mundo não pode ver Stephen, mas Elizabeth pode. É algo completamente novo para o garoto. Será que alguma coisa está mudando?

Com capítulos intercalando o ponto de vista de Stephen e de Elizabeth, temos todo o desenrolar da relação dos dois: como ele se surpreende com pequenas coisas, tais como conversar e ser visto, e como isso faz dele um garoto tão estranhamente fofo aos olhos dela. Foi muito sagaz essa opção de narrativa, pois trabalha a história como um todo. Como eu já conhecia o trabalho dos dois autores, foi fácil identificar a mão de um ou de outro. Mesmo que pouca, a discreta poesia de Levithan estava lá, assim como todos os questionamentos silenciosos de Cremer. Eu não sou fã de livros co-escritos, porém em termos de narrativa, essa dupla funciona: ambos constroem bons parágrafos de primeira pessoa.

O que não funciona é a expectativa.

E o desenvolvimento.

Veja bem, como eu falei antes, Levithan é um autor que amarra a cabeça da gente. Em Todo dia, ele fez um livro cheio de perguntas sem respostas e foi absurdamente inteligente com isso. Para Invisível, ele novamente estava com uma sinopse única e original em mãos. Isso era novo e com uma imensa liberdade poética. Ele podia refletir sobre a vida, sobre invisibilidade, solidão, crescimento e uma imensidão de assuntos que renderiam quotes incríveis. Foi isso que ele fez? NÃO.

Resolveram colocar uma maldição no meio. E explicá-la. E transformar o que deveria ser um lindo Young adult reflexível, em mais uma história sobre maldições e influências sobrenaturais e bla bla bla, algo que já vi aqui e ali e acolá e na Disney e no Bom dia e companhia. Já Cremer tem experiência nesse tipo de assunto, foi razoavelmente original na mitologia de sua trilogia Nightshade, porém se uma coisa eu aprendi sobre o trabalho da autora é: Andrea Cremer não sabe sustentar. Ela pode até tentar e começar bem, porém se enrola logo depois. E quanto a Levithan, sua habilidade é proporcionar uma história que se sustenta por si só. Algo que, olha só, maldição não faz.

Tudo que eu não esperava de Invisível é que fosse um livro batido. O plot é diferente e ousado, porém o desenvolvimento é tão comum que a decepção vem em dobro. Não dá nem para arriscar dizer que a ideia brilhante se frustrou porque, no fundo, acho que em momento nenhum foi proposto tamanha maravilha. Eu imaginei. Eu juntei dois e dois e Levithan, e imaginei a poesia, a mágica e as explosões de neurônios. Acabou que a frustrada aqui fui eu, que já tinha lido o livro inteiro e feito uma analise completa antes de abrir a primeira página. Nessa analise, havia floreios com base numa maldição. Encontrei maldições adornada com alguns floreios.

Beijinhos ♥

28 de ago de 2014

Sorteio: No limite da ousadia

Joana está tipo Papai Noel essa semana, com vários sorteios novos (mentira, foi só dois, mas me deixe sentir generosa). E sabe a melhor parte? Só livro excelente, favoritinhos e melhores do ano. Eu sei: de nada.
PS: O banner tá com as datas erradas, ignore minha dislexia.
No limite da ousadia conta a história de Beth Risk, a amiga durona de Noah, de No limite da atração. Este livro é um spin-off, passando-se no mesmo universo do primeiro, com participações especiais de Isaiah, Noah e Echo. Se você já é fã de No limite da atração ou está descobrindo este mundo agora, certamente vai se deixar envolver pela paixão perigosa e arrebatadora de Beth e Ryan. Beth é uma garota durona e tatuada que precisa cuidar da mãe drogada. Quando ela assume um crime para salvar a mãe, seu tio, um rico esportista aposentado, consegue a guarda da sobrinha e a leva para começar uma vida nova na cidadezinha do interior em que ele mora. E assim Beth se vê morando com uma tia que não a quer e frequentando uma escola onde ninguém a compreende. Exceto um único cara, que não poderia ser mais diferente dela... Ryan é o menino de ouro — um badalado jogador de beisebol, filho de um dos casais mais influentes da cidade. Ele e seus amigos gostam de fazer apostas envolvendo desafios que devem cumprir, e Ryan nunca perde. Por fora o atleta popular que todo mundo adora, ele está prestes a aprender que nem tudo é o que parece. O que começa como uma aposta se torna uma atração irresistível que nem Beth nem Ryan haviam previsto. Sem se dar conta, o cara perfeito vai arriscar seus sonhos — e sua vida — pela garota que ama. E ela, que não deixa ninguém se aproximar, vai se desafiar a apostar todas as fichas nesse amor. Com aparições de Noah, Echo e Isaiah, de No limite da atração, este livro conta a história de um amor que vai se construindo aos poucos, num jogo sedutor de vulnerabilidade e confiança.
Regras:
  • É necessário endereço de entrega no Brasil;
  • Todas as informações requisitadas serão conferidas, e quem não estiver seguindo todas as regras será desclassificado;
  • O sorteio será feito pelo Rafflecopter e o resultado será divulgado no blog, em até 3 dias após o término da promoção, no dia 28/09;
  • O ganhador tem um prazo de 72 horas após a divulgação do resultado para entrar em contato com o blog e enviar o endereço;
  • O prêmio será enviado para o ganhador no prazo de 30 dias;
  • Não nos responsabilizamos por extravios cometidos pelos Correios.  
Beijinhos e boa sorte ♥

27 de ago de 2014

Bem-casados — Nora Roberts

Bem casados - Quarteto de noivas #3
Autora: Nora Roberts
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580413052
Páginas: 288
Nota: 

Dentre as sinopses do Quarteto de noivas, o casal que mais me chamava atenção era Laurel e Del, dois personagens com que já tínhamos passado tempo suficiente para desenvolver certa afeição. Eu comecei a shippar a dupla ainda no segundo livro, e estava ansiosíssima para ver o livro em que Nora Roberts finalmente desenvolveria o que deveria ser a obra que me cativaria como sua leitora, finalmente. Contudo, não foi dessa vez que a autora subiu na hierarquia literária comigo. Querida, você ainda é ~no máximo~ uma lady do romance. 

Assim como Mac, Laurel nunca teve a família como força de apoio e tudo mais. Por outro lado, os Brown sempre estiveram presentes em sua vida e a adotaram como membro, mesmo que ela afirme ser capaz de cuidar de si mesma. No fundo, não é apenas por isso que Laurel se recusa a ser tratada como parente da família de Parker. Desde sempre, ela alimentou uma paixão silenciosa por Del, e tudo que não quer, é ser vista como uma irmãzinha para ele. Para mudar essa visão, quem sabe um beijo roubado durante uma briga calorosa?

26 de ago de 2014

Sorteio em dobro: Música do coração!

Sorteio em dose dupla: quem não gosta? O maravilhoso new adult, Música do coração, cheio de guilty pleasures, vai arranjar duas estantes novas para chamar de suas. Quer ganhar? Tem duas chances dessa vez!
Para Abby Renard, o plano era para ser simples, se juntar a banda de seus irmãos na última etapa da sua turnê de verão, e decidir se ela está finalmente pronta para a ribalta, tornando-se o seu quarto membro. É claro que ela nunca imaginou que tropeçar no ônibus de turnê errado na Rock Nation, teria acidentalmente pousado-a na cama de Jake Slater, o notório vocalista mulherengo da Runaway Train. Quando ele a confunde com uma de suas groupies, Abby rapidamente esclarece que ela com certeza não está na sua cama de propósito.
Jake Slater nunca imaginou que o anjo que caiu na sua cama iria resistir a seus encantos, no mesmo instante o deixou de joelhos. Naturalmente, o fato de que ela parece uma menina certinha do coro poderia ser qualquer coisa, menos o tipo dele. Então, ele esta mais do que surpreso quando, depois de apostar com Abby que ela não duraria uma semana no seu ônibus de turnê, ela esta mais do que disposta a provar que ele estava errado. Com a vida pessoal de Jake implodindo a sua volta, ele encontra uma improvável aliada em Abby. Ele nunca conheceu uma mulher que pudesse conversar, brincar, ou o mais importante fazer música com ela.
Quando a semana começa a chegar ao fim, nem Abby, nem Jake estão prontos para seguir em frente. Pode uma cantora de Country querida e um bad boy do rockn’roll, de verdade, terem um futuro juntos?
 Regras:
  • É necessário endereço de entrega no Brasil;
  • Todas as informações requisitadas serão conferidas, e quem não estiver seguindo todas as regras será desclassificado;
  • O sorteio será feito pelo Rafflecopter e o resultado será divulgado no blog, em até 3 dias após o término da promoção, no dia 27/09;
  • O ganhador tem um prazo de 72 horas após a divulgação do resultado para entrar em contato com o blog e enviar o endereço;
  • O prêmio será enviado para o ganhador no prazo de 30 dias;
  • Não nos responsabilizamos por extravios cometidos pelos Correios.  
Beijinhos e boa sorte ♥

25 de ago de 2014

Perdendo-me — Cora Carmack

Perdendo-me - Losing it #1
Autora: Cora Carmack
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581635279
Páginas: 288
Nota: 

Até eu fico surpresa com o quanto eu amo new adults. A cada livro esse fato fica mais consolidado: o gênero me ganhou total e completamente. Eu quero ler todos os lançamentos, todos os autores, todas as ideias - mesmo que elas não sejam tão originais assim. Tipo a garota de 22 anos que procura um caso de uma noite para perder a virgindade. Calma, gente, fica ainda mais clichê! Ai, é muito amor! 

Bliss está prestes a se formar em artes cênicas, e numa noite qualquer, ela acaba sendo convencida pela melhor amiga a levar um cara desconhecido para o apartamento. Lindo, simpático, com sotaque britânico, Garrick é tudo que ela poderia querer para perder a virgindade. Porém, por nervosismo, ela o abandona antes que qualquer coisa rolasse. Claro que é constrangedor, porém who cares? Eles não vão se ver de novo! Não, pera, mas Bliss, aquele seu novo professor gatinho não é um tanto familiar?

23 de ago de 2014

Playlist da semana!

Modéstia a parte, a playlist de hoje está maravilhosa: animadíssima e perfeita para esse sábado ensolarado. Para começar, a melhor música do ANO! Taylor Swift anunciou álbum novo, mais pop que os anteriores, e o primeiro single é simplesmente a música mais dançante que já ouvi na vida. Desculpa, Pharell, você não é o cantor mais animador de 2014. Taylor, pega aqui sua coroa! RAINHA ♥ Depois a gente continua com alternativa meio dark roubada de Finding Carter, e continuamos no caminho indie da vida com o novo single da excelente banda folk, Of Monsters and Men. Animando de volta, Hilary Duff! Eu achei o single comeback da cantora muito péssimo, mas a segunda música desse retorno merece seu lugar na playlist - é desse amadurecimento que eu estava falando! Depois tem Zella Day, cantora que eu descobri em Teen Wolf e né... EDITORES MUSICAIS DA MTV: MOZÕES! E por último, Ariana Grande e Iggy Azalea. Eu não tinha publicado essa música ainda por conta da minha implicância com a voz absurdamente aguda da menina, mas tava no rádio, eu estava particularmente dançante no dia... Viciei. 
Beijinhos ♥ 

20 de ago de 2014

Young and hungry: a grande delicinha da summer season!

Verdade seja dita: eta summer season que foi um fracasso em 2014. Não é novidade que as melhores séries não estreiam durante o verão americano, porém esse ano foi uma chuva de plots sem graça e nada para assistir. Não, mentira, alguma coisa houve. Na glória das duas séries estreates que eu abracei na watchlist, está Young and Hungry, a grande delicinha do ano. Não da temporada, não do mês: DO ANO. Pelo menos alguma, né?
A sitcom vai seguir Gabi, uma garota de vinte e poucos anos que precisa urgentemente conseguir um trabalho, já que não tá fácil pra ninguém. Quer dizer, tá fácil para Josh, um jovem milionário que está atrás de um chef particular - cargo para o qual, Gabi se inscreve. Porém, depois da entrevista, algumas taças de vinho e um pé na bunda de Josh, os dois acabam na cama... Ao mesmo tempo que a ex namorada de Josh volta arrependida. E daí você já pode imaginar, né?

19 de ago de 2014

Música do coração — Katie Ashley

Música do coração - Runaway Train #1
Autora: Katie Ashley
Editora: Pandorga
ISBN: 9788561784768
Páginas: 320
Nota: 
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ATENÇÃO BRASIL! Sabe o new adult misturado com música que a gente sempre procurou e nunca achou em livrarias tupiniquins? Pois então: agora existe! Uma das sinopses que eu acho mais incríveis e nunca canso é esse romance entre rockstar e reles mortal, e, até então, só tinha encontrado Just one song, que não tem previsão de chegar por aqui. Mas veja: a espera terminou! Até para você que não lê inglês, Música do coração chegou aí para sanar essa necessidade. MEU DEUS ESTOU SALTITANTE DE TANTO AMOR!!!!

De Katie Ashley, só tinha lido o decepcionante A Proposta. Logo, para o novo livro, eu estava um tanto receosa - mesmo que o plot principal aparentasse ser tudo aquilo que eu adoro. A protagonista é Abby, uma garota de 21 anos, estudante de enfermagem, que está prestes a sair em turnê com a banda de rock cristão dos irmãos mais velhos. Por um erro de comunicação, ela acaba no ônibus errado, mais especificamente na cama de Jake Slater, vocalista da banda Runaway Train. O que era uma confusão que precisava rapidamente ser corrigida, se torna uma aposta cheia de tensão sexual. A doce Abby precisa sobreviver a uma semana ao lado dos quatro bad boys...  que não são tão bad boys assim... 

18 de ago de 2014

TAG: País das Maravilhas

Vídeo novo! RÁ! RÁ! Quem merece parabéns? SIM, SOU EU. Depois de uma mera semaninha, cá estou eu com mais uma Tag. País das Maravilhas foi criada pelo Vitor, do Menino dos Livros, e o link original está na descrição do vídeo. Não esquece de dar joinha, se inscrever no canal e me motivar a fazer mais vídeos (estou realmente empolgada nos últimos dias). Beijinhos ♥ (e um minuto de silêncio pelo Dobby)

16 de ago de 2014

Playlist da semana!

Vem que eu tenho várias músicas para você amar. A playlist de hoje começa a minha favorita da semana: Shower, da Becky G, que é totalmente a música mais excelente dos últimos dias. Continuando com a animação lá no alto tem Nobody to love e Jubel, com uma melodia super alternativa misturada com piano e eletrônico (voz tem muito pouco). Mais eletrônico e farofa, tem a dançante Cola Song, parceria de INNA com J Balvin. Saindo da balada, fecho com a segunda melhor música dessa semana: OneRepublic aparece com um som incrivelmente indie e TÃO SENSACIONAL QUE MEU BOM JESUS. 
Beijinhos

15 de ago de 2014

Wishlist: Livros!!!

Estou vendo todo mundo fazer listas de livros desejados para a Bienal, e entrei na vibe. Joana vai na Bienal? NÃO (e, pfvr, não pergunte de novo, pois isso dói), mas enquanto isso, agosto também é o mês que minha velhice aumenta oficialmente, então eu aproveito para fazer wishlist de aniversário (a que eu vou imprimir e espalhar pela casa POIS SOU DESSAS). 

Como sou obcecada por new adults e não os encontro na mesma intensidade que quero ler, boa parte dessa lista é feita deles. Amor em jogo (2) é da mesma autora de Química Perfeita, que sumiu do mercado depois que a editora faliu sumiu. Tem também Animate me (3) que eu nem sei se já foi lançado no Brasil; Atraído (4) e Intenso Demais (7), com essas capas apelativas que, pelo que me contaram, a história compensa. E também Dublin Street (6) que até e-book eu comprei depois de ver comentários incríveis, mas tive preguiça de ler (pois odeio e-books, tchau e beijo).

Também quero continuações, como Ruiva Revelada (1), Sob a rosa (12) e Champion (11). Eu tenho coragem de ler Champion? Não sei, porém depois de City of Heavenly Fire, sinto que sou capaz de tudo e dar adeus para qualquer personagem que amo. 

E começando novas séries: Correr ou morrer (5), que vai ter filme com DYLAN AMOR DA MINHA VIDA BEBÊ em setembro; Jogo da mentira (8), já que Sara Shepard conseguiu engrenar - comigo - Pretty Little Liars e merece chance nova; e Os garotos corvos (9), QUE TODO MUNDO AMA, QUERO AMAR TAMBÉM.

Por fim, o que não é série, não é new adult, mas é lindo também: O que aconteceu com o adeus (10), da linda da Sarah Dessen que me ganhou com A caminho do verão. Dizem que esse é o melhor livro dela, então PÓ MANDAR. 

Então, seguinte, você vai na Bienal e vai jogar na minha cara várias fotos no instagrão, certo? Aceito um desses livros no lugar. Mais importante: se você for na bienal, não esquece de colocar um papel carbono embaixo do autógrafo da Cassandra Clare e me mandar um marcador com a assinatura dela respingada. Vou te amar pra sempre, viu?
Beijinhos ♥

14 de ago de 2014

Just one week — Stacey Lynn

Just one week - Just one song #2
Spoillers ÓBVIOS do anterior
Autora: Stacey Lynn
Editora: Independente
ISBN: 1230000191920
Páginas: 239
Nota: 
Anterior: Just one song
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Se você me perguntar qual foi minha maior surpresa literária esse ano, nem vou pensar para responder Just one song, da Stacey Lynn, que descobri sem querer para a maratona de férias, lá em janeiro. O livro me conquistou, cativou, virou favorito, tudo isso. E acabou. E eu não superei o vazio que me deixou. Então fomos mandados para abril e meu desafio de ler um livro em inglês por mês. Eu não tinha batido a meta e faltava uma semana para o fim do mês. Hora, então, de pegar outro livro da Stacey, que eu tinha certeza que conseguiria marcar o mês em um dia. Ainda mais se tivesse personagens ~queridjénhos~ para rever. AI MEU DEUS COMO EU AMO.

 Just one song nos apresentou um romance secundário e Just one week o colocou como principal. Dois anos depois de Nicole e Zack se conhecerem, se apaixonarem e tudo mais, chegou a vez de Mia viver seu próprio conto de fadas – um problema, já que ela é contra isso. Amor para quê, afinal de contas? Uma carreira bem sucedida compensa... até ela ser demitida do suposto emprego dos sonhos. Mas ok, bola para frente: sua melhor amiga está casando e precisa da sua ajuda na Califórnia. Onde Chase, o lindo e maravilhoso baterista com quem não fala há seis meses, também está.   

13 de ago de 2014

Fui rejeitada pela biblioteca. Verdade.

Sempre achei lindo o ato de fazer doações. Quaisquer doações. Se você doava um botão para uma costureira, eu já achava um gesto maravilhoso e exemplar. Se você doava um quilo de arroz para uma família carente, ganhava incontáveis pontos comigo. Então quando eu via alguém comentar no twitter que ia deixar uns livros na biblioteca, eu já achava que esse alguém era uma ótima pessoa que tinha conquistado sua passagem ao paraíso. Então uma pergunta: quando a biblioteca rejeitou minha doação, eu perdi o benefício de senha preferencial no limbo?

Deixe-me explicar essa história desde o princípio. Um fato significativo sobre mim é que tenho livros. Menina Joana tem livros, muitos livros, livros diferentes para cada dia do ano durante anos. Eu recebo, compro, troco e acumulo. Uma hora, em plena crise de espaço do século XXI, eu juntei mais livros do que minhas três estantes e prateleiras livres pela casa eram capazes de armazenar. A solução? Eu deveria me juntar àquele grupo lindo de pessoas que enchem a biblioteca da própria cidade, e fazer uma doação em massa.

Fiz isso. Reservei uma noite de férias para machucar minha coluna e selecionar os títulos. Surpreendentemente, eu estava bastante desapegada naquela noite em particular. Aquele ali que eu nunca vou ler por ter 700 páginas e uma sinopse não tão instigante assim? Vai pra pilha. O outro lá que foi um parto até chegar ao fim? Tchau também. De adeus em adeus, selecionei quase 100 livros diferentes. Fiz uma nova triagem com os que eu poderia me arrepender, um dia, de doar. Minha mãe escolheu livros para ela, meu irmão selecionou as leituras de quem sabe um dia. Os livros que estão como desejados no skoob dos meus amigos também foram retirados. Logo restaram duas pilhas de livros tão altas que chegavam a minha cintura. Pronto, estavam ali os que iriam achar uma nova estante para criar peso.

Alguns dias depois, entrei em contato com o responsável pela biblioteca. Posso ser sincera? Eu esperava, no mínimo dos mínimos, um “muito obrigado” numa entonação empolgada. Sabe, é uma ação bonita. Numa cidade minúscula que a literatura nunca foi lá muito estimulada, é uma atitude muito legal. Eu estava orgulhosa de mim, na glória do meu ego gigante. Nas minhas fantasias mais obscuras, as quais alimentava desde que decidi fazer a tal doação, eu recebia um prêmio. Diria até aquela frase maravilhosa “I would like to thank not only God, but also Jesus” que tem uma sonoridade incrível em premiações. Porém sabe o que eu ouvi? “Não aceitamos doações”.

Meu mundo caiu do alto daquelas pilhas altas de livros.

Foi um tombo alto, de verdade.

Não apenas eu não ganharia mais a homenagem, nem o muito obrigado ou parabéns pela atitude, como também não conseguiria mais espaço livre na estante - o que, por mais egoísta que pareça, foi o grande motivador de tudo isso.

Certo, ok, me propuseram outra solução. Com uma publicidade incrível que ninguém sabia, estão criando uma biblioteca nos arredores da cidade. Ah, eles aceitam doações. Mas espere, não se emocione. Também não era essa vez que eu tinha conquistado meu título de boa moça. Aparentemente, alguém precisaria ver meus livros para verificar se estavam adequados para uma biblioteca.

Veja bem: ADEQUADOS. Eles tem todas as páginas? Todinhas. Tem marcas de chocolate? Não, óbvio que eu não vou doar meus livros do Harry Potter. São novos, limpos, cheirosos, alguns raros... Até onde eu sei, totalmente qualificados. E também: e se não fossem? Quenhé você para julgar meus livros como adequados ou não? Afinal de contas, quenhé você para julgar qualquer livro como adequado? É livro, meu amor, já nasceu adequado.

Esse tal fulano que ia verificar minha estante ficou de me ligar. Não ligou, nem mandou mensagem no Facebook, nem carta, nem scrap no Orkut. É esse o tipo de empenho que fazem em receber doações? É com esse espírito que estamos criando uma biblioteca? Pelo amor de Deus, é assim que se incentiva leitura?

No final da opera, eu não doei os livros. Não foi por falta de iniciativa, foi por falta de vontade mesmo – primeiramente dos outros, posteriormente, minha. Apesar dos apesares, eles ainda são meus e os quero em estantes de pessoas que vão ler e dar o devido valor. Aparentemente, não é nas estantes da biblioteca (que eu comentei ser a única pública da cidade? Cidade que não tem nem livraria?).

Pois é, preciso achar outra boa ação para conquistar meu título de boa moça.

E sabe ainda a pior parte? Minha coluna será destruída NOVAMENTE quando colocar os livros de volta no devido lugar.


Droga.

12 de ago de 2014

A lista de Brett — Lori Nelson Spielman

Autora: Lori Nelson Speilman
Editora: Verus
ISBN: 9788576862390
Páginas: 364
Nota: 
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Vi muita gente se deixando enganar pela capa fofinha de A lista de Brett, pelo título bonitinho e cartela de cores claras e doces. A primeira imagem do livro remete (e muito) a um chick lit, a uma história leve com clichês e jeitinho de comédia romântica. Porém, ao ler a sinopse, posso estufar o peito para dizer que não me enganou. Desde que vi, sabia que a história iria além da meiguice e proporcionaria momentos de reflexão. Se você não sabe, não sou a maior fã de livros que me colocam pra pensar na vida, pois sou muito suscetível a ser chorosa. Contudo, A lista de Brett parou na minha estante, veio para a cabeceira da cama e, gente, como eu amei esse livro!

Mas claro, já sabia o que esperar. A história vai seguir Brett, uma mulher de 34 anos que acabou de perder a mãe para uma luta contra o câncer. Sua vida tem uma reviravolta quando, durante a leitura do testamento, sua mãe a deixa sem nada além de uma carta, que contem sua lista de desejos da infância. Como pedido póstumo, Brett teria um ano para realizar suas aspirações de 20 anos atrás, coisas pequenas e grandiosas que em nada se encaixam na sua realidade atual. Parece loucura, mas Brett pode dar uma chance. Por ordem da sua mãe, ela também está desempregada... e, né, os milhões de doletas da herança cairiam muito bem.

11 de ago de 2014

Sorteio: A verdade sobre nós

Epa, epa, epa! Sorteio novinho no ar pra você amar e ser feliz. Quer ganhar A verdade sobre nós, romance lindinho de Amanda Grace? Vem participar do sorteio!
Madelyn Hawkins está cansada. Cansada de ser sempre perfeita. Cansada de tirar A em tudo. Cansada de seguir à risca os planos que os pais fizeram para ela. Madelyn Hawkins está cansada de ser algo que não é, algo que não quer ser. E então ela conhece Bennet Cartwright. Inteligente, sensível, engraçado. A seu lado, ela se sente livre e independente. Uma história que poderia muito bem ter um final feliz, não fosse por um detalhe: Maddie tem apenas 16 anos, e Bennet, além de ter 25 anos, é seu professor. Pressionada pelos pais a participar de um programa para jovens talentos, Maddie pula dois anos do Ensino Médio e vai direto para a faculdade, onde conhece e se apaixona pelo professor de biologia. O sentimento é recíproco, e para dar uma chance àquele novo relacionamento que lhe faz tão bem, ela decide não contar para Bennet sua idade. Não demora muito para que as coisas comecem a dar errado, e as consequências da farsa de Maddie ganham contornos devastadores quando a verdade vem à tona. 
Regras:
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  • Todas as informações requisitadas serão conferidas, e quem não estiver seguindo todas as regras será desclassificado;
  • O sorteio será feito pelo Rafflecopter e o resultado será divulgado no blog, em até 3 dias após o término da promoção, no dia 11/09;
  • O ganhador tem um prazo de 72 horas após a divulgação do resultado para entrar em contato com o blog e enviar o endereço;
  • O prêmio será enviado para o ganhador no prazo de 30 dias;
  • Não nos responsabilizamos por extravios cometidos pelos Correios.  
Beijinhos ♥

10 de ago de 2014

#Tag: Beijar, casar, jogar do penhasco

Domingo, 23 horas e alguns minutos. Ontem, as 10 da madrugada, eu coloquei esse vídeo no youtube. Então, olhe só, não sou eu - é o youtube! Depois de muito enrolar e encontrar desculpas, tomei vergonha na cara e gravei vídeo novo: a tag INCRÍVEL Beijar, Casar, Jogar do penhasco (link original). Se você gostou (ou não), dá joinha, se inscreve no canal e me enche de elogios (modéstia a parte, a abertura ficou muito legal) pois faz bem para o ego e eu gosto. Beijinho, abracinho e vá sugerir ideias para o próximo vídeo neste link aqui. ♥

8 de ago de 2014

Estudo independente — Joelle Charbonneau

Estudo independente — O Teste #2
Autora: Joelle Charbonneau
Editora: Unica
ISBN: 9788567028347
Páginas: 318
Nota: 
Anteriores: O Teste
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Livros introdutórios de trilogias não são feitos para se levar a sério. Não completamente, pelo menos. Você pode ler, se apegar, ficar curiosa com os ganchos soltos e tudo que está incluso no pacote, mas julgar a trilogia inteira acerca do primeiro título é o mesmo que tirar conclusões absurdamente precipitadas. Afinal, você ainda nem cruzou pela maldição do segundo livro. Toda aquela introdução tem que dar em alguma coisa, né? Só lendo para descobrir...

...E continuar lendo. Eu comentei na resenha de O teste, primeiro volume da trilogia homônima de Joelle Charbonneau, que ainda não tinha encontrado a verdadeira distopia nessa distopia. Não tinha encontrado a bomba, digo, o que vai estourar para que o enredo do livro ganhe forma. O primeiro volume só delineou o governo, aparentemente bonzinho, que peca no teste de admissão na faculdade em que morte e fracasso são sinônimos. Era esperado, então, que em Estudo Independente, a verdadeira opressão governamental ganhasse forma, os vilões ganhassem rosto e tivéssemos quem odiar por motivos X e Y. Até então, não havia nada de grandiosamente cruel acontecendo.

Não estou dizendo que matar é correto, porém no gênero presente, não é suficiente para que haja destaque. Liberar adolescentes para se matar numa competição que vai garantir o seu futuro e futuro da nação? Veja bem, estamos na era de Jogos Vorazes e Divergente, isso não é novidade. Eu esperava que nesse livro, a protagonista, Cia, descobrisse muita coisa nova e ruim. Informações que nos fizesse odiar o governo e torcer por uma revolução. Entretanto, para não dizer que Estudo independente é mais do mesmo, vamos apenas comentar que o livro é bastante fraquinho em comparação ao anterior.