4 de nov de 2014

1989: Quando você acha que o forninho já estava derrubado, lá veio Taylor...

PODEM DAR COMO ENCERRADO O EXPEDIENTE DO MUNDO E ENTREGUEM TODOS OS PRÊMIOS PARA TAYLOR SWIFT!

Impressionante como essa moliér consegue ser a melhor coisa em termos musicais em todo ano, né? Red foi o melhor álbum do ano passado, assim como Speak Now foi do anterior e 1989 está se encaminhando para ser de 2014, esse ano bem carentinho de coisas boas. Não é a toa que em poucos dias depois do lançamento, o novo álbum de Taylor Swift já bateu recordes e está sendo apontado como o maior lançamento musical desde 2002 (aqui). Cê é uma dona muito destruidora mesmo, hein?


Falar de Taylor é falar de amor. Literalmente. Mesmo no álbum que prometeu não falar exaustivamente sobre seus relacionamentos amorosos fracassados, essa é a palavra chave para praticamente todas as letras do álbum. E aí que tá: a gente gosta. A gente adora, na verdade. É incrível ver esses problemas de garota comum em alguém tão bem sucedida quanto Taylor, que escreve e transforma em hit histórias que, na maioria das vezes, só nos fazem ter vontade de comer Nutella. 

É em 1989, também, que o country foi totalmente deixado de lado. Em pouco lembra a garota dos cachos definidinhos que cantava Love Story numa sacada, lá em 2008. Houve uma transição para o pop, que já começava a ganhar forma em Red, e novo álbum é a evolução clara e completa. Começando pela faixa de estreia, Welcome to New York, que traduz inteiramente a vibe das 18 canções seguintes. É vibrante, repleta de sintetizadores, daquele jeito bem pop farofa que todo fã do gênero, curte.

O álbum inteiro segue essa onda: algumas canções mais animadas, outras mais chorosas, umas melodias mais fortes e pesadas, um quantidade enorme de notas agudas e gritinhos ao fundo, e ainda mais sintetizador. 1989 tem até um dedinho da amiga Lorde em New Romantics, porém um pouco mais forte e vibrante. É uma mistura bem diversificada de sons, mas que incrivelmente fecham entre si. As músicas tem a mesma essência, mas cada uma mantem suas características e individualidades. 

O destaque do álbum vai para Shake it off, que despensa apresentações, Out of the woods, que foi a primeira canção de divulgação a mostrar que o pop de 1989 poderia ser um pouco mais dark, Blank Space, que se dá maravilhosamente bem com a letra chiclete e refrão convidativo, e Wonderland, que com seu "e, e, e, e, e..." brinca de ser a nova I knew you were trouble. Só há uma música que faz referência ao passado country de Taylor: How to get the girl, que - me julgue - é uma das minhas favoritas. Por mais que essa fase pop seja maravilhosa, a gente ainda ama a Taylor do violão e do piano. Pfvr, eu ainda escuto músicas de Fearless!

Para músicas mais calminhas e românticas, vire os olhos (os ouvidos?) para This love e You are in love, que mesmo com seus títulos clichês e começos caidinhos, conquistam. São baladas profundas, não muito elaboradas, com refrões fortes e únicos. Já na parte de músicas ~dedicadas~ Katy Perry ganhou Bad Blood e boatos que Style vai para Harry Styles, que tem cabelo comprido penteado pra trás e usa blusa branca. Miga, please, alfinete mais!

Sabe aqueles álbuns que você passa de música em música dizendo que achou uma nova favorita? Pois então: 1989. Com exceção de Clean, não há uma única música que dê vontade de avançar sem ouvir até o último décimo de segundo. As letras são maravilhosas, a batida é excelente, e é um pop que consegue se encaixar em vários labels e gostos (desde que nenhum deles queira pagar de intelectual). Mais amor ainda são os três bônus em que Taylor mostra seu processo de criação e como foi o começo de I wish you would (♥♥♥), Blank space (♥♥♥) e I know places (♥♥♥). Nessas três faixas, temos a Taylor Swift do violão, a Taylor Swift do piano e, então, está completo: não tem por onde reclamar, está tudo aí!
EITA XOFANA ♥

4 comentários:

  1. achei esse um álbum mais maduro da Taylor! Tirou um pouco aquele estigma menininha que eu tinha dela
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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  2. AH MINHA NOSSA
    Eu preciso escutar esse álbum. Amei, amei, amei, amei (...) amei Out Of The Woods, mesmo. Meus irmãos ficam julgando o refrão sem nem ter escutado o resto da música. Espero que goste do resto do álbum tanto quanto gostei de Shake it off e OFTW. Taylor é uma das artistas que eu mais gosto e que mais me impressiona com seu talento, principalmente de compor.

    Clara
    @clarabsantos
    clarabeatrizsantos.blogspot.com

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  3. Taylor = Destruidora!
    Esse album é tipo, para, não sei o que falar!
    Ela está de Parabéns!
    Kkkkkkk sobre as alfinetadas, sou má tinha que cutucar muitoooooo mais, e depois de ver o clipe Blank Space deu pra ver que ela ta com sangue no olho kkkkkkkkkk Divaaaaaaa!

    Todas as músicas são maravilhosas, por isso e dificil escolher uma!

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  4. Sou daquele tipo que gosta, mas não ama. rs
    Mas confesso que fiquei doida com esse algum. Está maravilhoso e bem produzido mesmo. E olha que é difícil eu gostar de tantas músicas em um album.
    bjs

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