31 de mar de 2013

Invisible I por Melissa Kantor

The Amanda Project #1

Amanda Valentino changed everything. 
Callie Leary has exactly one thing, and one thing only, in common with Nia Rivera and Hal Bennett: They were each chosen by Amanda to be her guide. When Amanda arrived at Endeavor High, she told Callie she moves around a lot and always picks one person to help her navigate the choppy waters of a new school. Why did Amanda lie? 
Following a course that they suspect Amanda deliberately plotted, Callie, Nia, and Hal piece together some cryptic clues. But they find more questions than answers and quickly realize that before they can figure out what happened to Amanda—the girl who changed their lives—they'll need to solve the most important mystery of all: Who is Amanda Valentino?

Autora: Melissa Kantor
Editora: HarperTeen
ISBN: 0061742139
Páginas: 320
Nota: 

Eu tenho uma espécie de paixão por livros americanos. Calma, pode poupar saliva (ou unhas) e dispensar o sermão sobre livros nacionais e variados, porque não é sobre isso que me refiro. O que mais gosto nos livros gringos, e que não é costume no Brasil, são as hard covers. Meldels, como sou seduzida por esse lindo formato que você pode retirar a capa e fazer estalinhos legais ao bater as unhas. No meu momento não-sei-o-que-ler-mesmo-tendo-59-livros-na-pilha, esse foi o fator que me fez puxar Invisible I da estante. Sou muito superficial ou ler livros assim é outra experiência?

Por trás da capa rosa e aparentemente meiga, um suspense. Ok, sem assassinatos sangrentos, nada de serial killers escondidos em becos escuros, mas uma história adolescente bem tramada com um mistério esperando para ser desvendado. A protagonista é Callie, uma das garotas mais populares do colégio, que secretamente era amiga de Amanda, menos popular. O livro começa quando Amanda faz pichações no carro do vice diretor e depois some, deixando a culpa para Callie, Hal e Nia, que até então ignoravam a existência alheia, já que os lugares na hierarquia social eram bem opostos. Os três precisam descobrir onde está Amanda e porque diabos quis uni-los.

Para apresentar a história e pegar o ritmo, a autora não toma muito tempo. Em vinte páginas você já está presa ao enredo e quer descobrir os mistérios de Amanda, uma grande incógnita para o leitor. Callie, Hal e Nia formam uma ótima equipe, já que todos são realmente diferentes com um mesmo objetivo. Arrisco dizer que embora a tachada louca seja Nia, o maior grau de complexabilidade é de Callie. Ela foi abandonada pela mãe e mantem a casa praticamente sozinha, já que o pai é alcoólatra. Ela esconde isso das amigas populares e uma das poucas que podia contar para dizer a verdade era Amanda, que agora nem sabe mais se é a mesma pessoa que ela conhecia.

A narrativa é pelos olhos de Callie, e dá uma grande amplitude para o campo de visão. Nenhum dos três personagens conhecia Amanda de verdade, então esse não é o fator que definiu quem vai narrar. Já Callie tem o drama em casa, as coisas sem sentido que Amanda deixou antes de sumir, além de uma vida dupla com as populares. Nesse meio tempo, sem espaço para romance. Sim, existe a vida amorosa, mas pouco aprofundada. Shippar casais é coisa dos próximos volumes, não agora (não que isso tenha me impedido).

Invisible I tem o trabalho gráfico mais bonito que vi. Não só pela capa dura, jacket e enfim, mas também nas páginas com ilustrações, bilhetes rascunhados e torpedos. Ainda assim, esse livro é mais que uma história bem apresentada, tem conteúdo e é cativante. Eu adorei os personagens, mas espero um pouco mais de Amanda na continuação. Os direitos no Brasil são da Galera Record mas, até onde sei, não existe previsão de lançamento. Quem lê em inglês, vai nessa!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

30 de mar de 2013

Cinco filmes para rever o elenco de Gossip Girl!

Se você for ver, a maioria das pessoas do Orangotag tem mais séries no "Assistia" do que "Assiste". Canceladas, finalizadas, que desistiu... Dar reverte toda semana é história da minha vida! E como sair de uma produção para logo cair em outra não é tão comum assim quanto nas novelas da Globo, as vezes a gente perde o "contato" com atores queridinhos que você morreu de amor por vários episódios. Gossip Girl, por exemplo. Eu sei que mal terminou (quer dizer, vai do ponto de vista), mas eu preciso mais daquele elenco lindo na minha vida. Como estou sempre atrás de pautas, minha busca pelos trabalhos deles virou complemento para tag dos Cinco filmes. \õ/
BTW, se você quiser sugerir outras séries que estão fora do ar para fazer o mesmo, deixe nos comentários!
Eu acredito que todo mundo já conheça esse filme. Aprovados é de 2006, antes mesmo de Gossip Girl estrear. A história é de Bartleby (Justin Long), que sem ser aceito em nenhuma faculdade, cria uma com a ajuda dos amigos. Blake Lively é Monica, a crush do protagonista, um papel quase relevante, mas que poderia facilmente ser substituído, assim como *tchararam* A SERENA! #maldades De qualquer modo, a comédia é ótima, adoro o enredo e o elenco. Sem falar dos discursos de final de filme - sei decorado. #mejulgueagora
Como se algum dia eu fosse escolher um filme em que Penn Badgley fosse principal. Em Todas contra John, ele é Scott, irmão nerd do protagonista, e é tão importante para história quanto Dan foi para GG (Dan outsider, não Dan blogger, ok?!). No filme, três garotas se unem para destruir a única coisa que tem em comum: o namorado, John. Para isso, elas se aproveitam da inocente Kate, nova na escola. AMO, AMO, AMO! Aliás, é pra relembrar o elenco em dobro, já que Brittany Snow (Kate) também foi Lily Rhodes jovem naquele único episódio incrível da segunda temporada.
Certo, larguei 2006 - vamos para 2011 e Peace, Love and Misunderstanding. Uma vez papel secundário, sempre papel secundário... Chace Crawford é daqueles atores que não convencem na história, não tem profundidade emocional, mas que são tão lindos que é só colocar no elenco pra lotar o cinema. O filme de título longo é sobre Diane, uma advogada que decide passar uma temporada com a mãe que não via há 20 anos. Junto dos filhos Zoe e Jake, ela precisa se adaptar com o estilo de vida hippie de todos os habitantes da cidade. Chace faz o papel de Cole, o par romântico de Zoe e açougueiro da cidade (cidade de hippies vegan - sinto cheiro de falência!). Aliás, Zoe é interpretada pela fofa da Elizabeth Olsen!
E finalmente chegamos no elenco principal de Gossip Girl: QUEEN B, SUA LINDA ♥ Mas dessa vez, desligue a Blair que você conhece. Em Country Song, Leighton Meester é Chiles, uma cantora country que está começando a carreira e sai em turnê como abertura para Kelly Cantor (Gwyneth Paltrow), ganhadora de seis Grammys que passou a última temporada na rehab. Desde Good girls go bad, a gente já sabe que Leighton também banca muito bem a cantora, então os shows do filme não são nenhuma surpresa - exceto pelo sotaque sulista forçado. Outro motivo para assistir o filme é Garrett Hedlund, par romântico de Chiles. Apenas digo: belos olhos azuis... Quem gosta de Nashville, de certeza vai amar!
Ai, Joana, filme na estação de snowbord, que sessão da tarde... Pfvr, me dê um pouco de crédito. Parece que quanto mais lindo, maravilhoso, com incrível sotaque capaz de acabar com qualquer equilíbrio, o ator é, mais difícil de achar filmes protagonizados por ele (proteger o talento, será?). Chalet Girl, com Ed OMG Westwick, foi minha descoberta do ano! A produção britânica conta sobre Kim, uma skatista aposentada de 19 anos que, para descolar uma grana a mais, vai trabalhar num luxuoso resort de esqui. Ed lymmdo é Jonny, um dos donos do lugar. Preciso dizer que amo esse filme? A história é super fofa, o cenário é ótimo, e obviamente, Jonny é tão sedutor quanto Chuck Bass. MORRA DE AMOR, obrigada ♥
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

28 de mar de 2013

Como ser solteira por Liz Tuccillo

Depois de alguns drinques e uma péssima noite com as amigas, Julie Jenson chega à conclusão de que elas estão fazendo algo errado. Por que elas sempre se desapontam com os relacionamentos e não conseguem encontrar um único homem legal? Num rompante, Julie pede demissão e pega a estrada. De Paris ao Rio, passando por Sidney, Bali, Pequim, ela viaja pelo mundo para descobrir se alguém tem uma maneira melhor de lidar com a solteirice. Julie se apaixona, tem o coração partido, conhece o mundo e aprende mais do que achava possível em uma viagem. 

Autora: Liz Tuccillo
Editora: Record
ISBN: 9788501087935
Páginas: 428
Nota: 

Antes de tudo, quero esclarecer que NÃO!, não estou tendo uma crise de meia idade prematura e também NÃO!, não estou me jogando em auto ajuda para suprir o drama de meu coração carente preenchido com 17 gatos que vivem no meu quarto. Eu nem tenho gatos! Quando digo que Como ser solteira, de Liz Tuccillo, é tudo que eu estava procurando, não me refiro ao manual de como não se deixar abater por não ter alguém com quem trocar caixas de chocolate em formato de coração. De modo algum. O que me atraiu no livro, que me seduziu e tocou direto na minha alma foi a viagem ao redor do mundo. Por que não tem nada no mundo que me conquiste mais que um passaporte muito carimbado.

Como boa fórmula clichê de chick lit, tudo começa com corações partidos e drinques numa noite nova iorquina. Julie e suas amigas, Alice, Serena, Ruth e Georgia, estão com quase quarenta anos, solteiras, e cada uma com seus dramas próprios, veem a vida de cabeça para baixo. A história mesmo começa quando Julie decide se aventurar pelo mundo atrás de outras solteiras, ver como são, como vivem, porque vivem, nessa sexta no Globo Repórter e contar tudo isso num livro, ajudando todas as solteiras, que segundo estatísticas, estão em maior quantidade no mundo. 

Nesse tipo de livro, quando o que me atrai não são os personagens e sim o cenário, minha fome por descrição é muito grande. Tudo se inverte, prefiro páginas e páginas de parágrafos falando sobre a vista a diálogos. Surpreendentemente, Liz conseguiu equilibrar muito bem as duas coisas. A narrativa não é nem um pouco cansativa ou insatisfatória - eu senti a viagem de Julie como se eu estivesse lá junto. Ela passa por Paris, Roma, Pequim, Bali e vários outros lugares, mas nada foi melhor que a visão de uma americana sobre o Brasil, quando esteve no Rio. Aparentemente homens cariocas não prestam e nenhuma mulher tem celulite, porque venera seu corpo na academia. Ah, vendedoras de biquíni são rudes. Pois é.
Quando elas falaram dessa festa numa quadra de escola de samba, imaginei uma academia de dança com paredes espelhadas e barras de balé, e talvez algumas fitas penduradas e uma bacia com ponche, com professores disponíveis para ensinar aos iniciantes como se samba. [...] O lugar era do tamanho de um campo de futebol. Todos andavam com copos plásticos e latas. A excitação por saber que estava prestes a testemunhar algo que a maioria dos turistas nunca vê ao vivo já deixava meu coração disparado.
No meio tempo, os capítulos ainda voltam para os EUA e acompanham um pouco da vida das amigas de Julie. Como eu não estava com paciência para romance e dramas, achei essas partes bem chatinhas e cansativas, não via a hora de passar logo e atravessar o oceano para as aventuras da protagonista. Tudo no exterior era mais bonito, mais vivo, mais encantador. Até Julie parecia uma pessoa melhor quando estava conhecendo novas pessoas e culturas. Quero ir junto!

Como ser solteira é um chick lit que não tem piadas e que, no fundo, não passa de mais um romance em que as personagens fazem drama demais por estarem solteiras. Isso não é o fim do mundo, kiridas! Entretanto, tem um cenário maravilhoso, paisagens incríveis e um lado cultural muito bem apresentado. Talvez daqui a 30 anos eu dê valor para o lado auto ajuda do livro (pequeno, mas que existe). Por agora, só quero fazer a mesma viagem da protagonista. Paris, attendez-moi.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

27 de mar de 2013

Seis séries para você assistir durante hiatus!

Hiatus: que época lynda para pôr em dia seriados atrasados e todos os outros que você sempre quis ver e nunca deu tempo - ou que não comprou a sinopse, mas a timeline do twitter ama. Embora o final das temporadas ainda não seja definitivo, março sempre é um mês bem folgado quando você assiste tantas séries quanto eu. Momento perfeito para se jogar em novidades! Depois do enorme post que fiz com a minha watchlist (que você pode ler aqui), bastante coisa já mudou, sem falar que sempre tem séries que já cancelaram mas acho que o mundo deve conhecer. Selecionei seis queridinhas ainda não citadas por aqui, vem ♥
Bailarinas de plantão, se liguem! Bunheads conta a história de Michelle, uma dançarina de Vegas que, por impulso, casa com seu fã número um, Hubbell, e vai morar em Paradise, no interior da Califórnia. O plot principal da série é sua adaptação à cidade pequena, além do convívio com a sogra Fanny, uma professora de balé autoritária e cheia de manias. Como núcleos adolescentes em seriados de 40 minutos tem se tornado raros, Bunheads é um prato cheio. Michelle e Fanny dividem posto de protagonistas com as alunas da academia de dança: Sasha, Ginny, Mel e Boo, e todos os seus dramas. Como a criadora é a mesma de Gimore Girls, a resposta foi bastante positiva e as chances de renovação para segunda temporada são bem altas. Por enquanto, Bunheads tem 18 episódios com temporada fechada. A série é muito ♥. BTW, Sasha (a que está sambando na nossa cara equilibrada na ponta do pé) é brasileira!
Minha nova série favorita da vida, que deveria estar na watchlist do mundo inteiro! ♥ Cult é confusa: conta sobre uma série (sim, uma série sobre uma série), também chamada Cult, que na vida real (dos personagens) reúne uma seita secreta de fãs assim como a ficcional. A história se desenrola (ou não) quando Nate, irmão de Jeff, some após se envolver demais com os assuntos de Cult. Junto de Skye, pesquisadora da série, Jeff começa uma tentativa de busca pelo irmão, sendo que acreditava que os seguidores do programa fosse paranoia causada pelas drogas que Nate costumava usar. Deu para entender? Cult é 100% suspense e pistas soltas, você não sabe em quem pode acreditar e quem deve desconfiar. O único problema da série é a audiência. Como foi uma estreia tarde, o público não se apegou, logo CW já empurrou de quarta para sexta, e de certeza não vai passar da primeira temporada (que vai ser curta). Isso faz com que a série não valha a pena? De modo algum! É incrível, excelente, maravilhosa e os menos de 15 episódios vão fazer valer cada minuto ♥
Legítimo caso de série que se perdeu no final da temporada e fez os fãs abandonarem. Eu estava tão de saco cheio, que quando a segunda temporada de Suburgatory estrou, bastou seis minutos para me fazer dar reverte. Quatro meses depois, vamos ver o que perdi e OMG!, o seriado pegou o jeito de novo e está gritantemente melhor. A protagonista é Tessa, uma garota descolada de Nova York, que, contrariada, se muda para o subúrbio com o pai. Depois de alternar entre comédia, drama, comédia de novo, a segunda temporada se jogou no romance, juntou vários ships e ficou muito amor ♥ Dá pra fazer maratona de fim de semana que vale a pena.
Porque eu adoro séries canceladas e recomendo mesmo assim. 10 things I hate about you é minha queridinha de todos os tempos (junto de Gossip Girl, não consigo decidir). Baseada no filme de mesmo nome, o sitcom é sobre as opostas irmãs Stranford: a feminista Kat e a projeto de popular Bianca. Todo mundo já conhece como a história desenrola, já que segue o mesmo ritmo do filme, mas a versão de TV consegue ser ainda melhor. Como a ABC Family é uma emissora totalmente sem escrúpulos, cancelou a primeira temporada com apenas 20 episódios e final extremamente mal feito (quer dizer, final WHAT?). Ainda assim, dá pra se jogar sem pensar duas vezes. Ethan Peck (o Patrick ♥♥♥) tem a voz mais sedutora do mundo inteiro, e isso compensa qualquer segundo perdido em série cancelada. VAI!
Outro caso que prova que ABC Family só se importa com Sara Shepard. Jane by design era fofura em forma de seriado, mas foi cancelada ainda na primeira temporada. A protagonista, Jane (dã), é uma estudante de high school, que sem querer se torna assistente de Donovan Decker, uma empresa de high fashion, onde todos acreditam que é adulta. Não sei por onde começar a elogiar: o figurino perfeito? As passagens por Londres e Paris, sem falar que o cenário base é Nova York? Os plots maravilhoso? O melhor cast masculino simultâneo da história da televisão? Jane by design é a perfeita mistura de O diabo veste Prada e The Carrie Diaries, mas que só teve 18 episódios. ABC Family, you bitch. NÃO SUPERO. 
E para acabar com meu momento nostálgica-sofrendo-pelas-séries-amadas-que-foram-canceladas (rymou!): Underemployed, a surpresa da MTV que conquistou meu coração. O centro da história são os cinco amigos Miles, Daphne, Sophia, Raviva e Lou, que um tempo depois de terminarem a faculdade, percebem que a vida está MUITO diferente do que imaginavam e que todos os seus planos deram errado. Produções da MTV raramente vão pra frente, então a série foi cancelada quando fechou a primeira temporada, com 12 episódios e um final bem caidinho. Entretanto, o desenvolvimento foi ótimo, com drama, comédia, romance... Adorei as tramas, os personagens (exceto Raviva), a trilha sonora... Sem falar que, né gente, Diego Boneta, pfvr. ♥
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

26 de mar de 2013

Crash por Nicole Williams

Crash #1
Southpointe High is the last place Lucy wanted to wind up her senior year of school. Right up until she stumbles into Jude Ryder, a guy whose name has become its own verb, and synonymous with trouble. He's got a rap sheet that runs longer than a senior thesis, has had his name sighed, shouted, and cursed by more women than Lucy dares to ask, and lives at the local boys home where disturbed seems to be the status quo for the residents. Lucy had a stable at best, quirky at worst, upbringing. She lives for wearing the satin down on her ballet shoes, has her sights set on Juilliard, and has been careful to keep trouble out of her life. Up until now. Jude's everything she knows she needs to stay away from if she wants to separate her past from her future. Staying away, she's about to find out, is the only thing she's incapable of. For Lucy Larson and Jude Ryder, love's about to become the thing that tears them apart. 

Autora: Nicole Williams
Editora: HarperCollins
ISBN: 978-0062267146
Páginas: 384
Nota: 

Desde Belo Desastre, viciei em new adults e estou sempre na busca de novos títulos do gênero, na esperança que algum substitua minha paixão pelo título de Jamie McGuire. Entretanto, como o estilo ainda não virou febre no Brasil, para encontrar esses romances é preciso se aventurar nos estrangeiros e deixar de lado a preguiça de ler em outro idioma. E, convenhamos, quando a história é boa, até em sueco dá pra ler e não cansar (isso se você entende sueco, porque né).

O primeiro volume da trilogia Crash, de Nicole Williams, começa quando Lucy, a bailarina certinha e educada, entra para o Southpointe High no último ano. Logo ela conhece Jude, o grande garanhão (odeio essa palavra) com uma extensa ficha criminal. Eles tem uma química imensa, quase tão grande quanto o abismo que separa a realidade dos dois. Lucy quer entrar para Julliard, Jude só quer terminar o ano sem ser preso novamente. Parece ser mais um casal impossível, mas que surpreendente e felizmente, desenrola bem rápido. Ok, calma, não é spoiller. O desenrolado não é tão desenrolado assim.

Sentiu a semelhança com Belo Desastre? O casal oposto, a tensão sexual louca, a amizade improvável e o romance que precisa acontecer para o leitor não ter um colapso nervoso (não que isso impeça algo, né)... Todos pontos comuns entre os dois livros. Mas chega um momento em que tudo se separa. Jude não é Travis, Lucy não é Abby, são dois casais distintos e não menos frustrantes e apaixonantes por causa disso. A autora adicionou várias tramas e problemas, coisas verdadeiramente surpreendentes. Ler Crash foi um eterno ping pong de amo esse livro/odeio esse livro/amo Jude/odeio Jude/whatahell/whatthefuck. É totalmente inesperado.

Jude é cafajeste e todos no colégio o odeiam descaradamente. Por ele morar na Casa de Garotos, é tachado de perturbado por associação e não contribui muito para tirar a label de cima de si. Desde o primeiro momento ele avisa que não é o garoto certo para Lucy (eles sempre dizem...), mas nem por isso desapega. Só quero deixar claro que esse não é um caso de dependência doentia. Cada um tem sua vida, seus objetivos, seu próprio oxigênio, reconhecem quando erram feio e isso se torna recíproco, ninguém vai aturar furada absurda de outro em nome do relacionamento. Amor próprio em primeiro lugar, amém, obrigada.

Então, meu grande ponto é, queria o novo Belo Desastre e não encontrei em Crash, por mais que as semelhanças sejam aparentes. E isso nem de longe faz do livro ruim. A história me prendeu muito rápido, é viciante, bem escrita, romântica e bastante surpreendente. Eu amei, e já estou na campanha do lançamento no Brasil (só eu achei com cara do catálogo da Verus?). Para quem quer arriscar, o inglês é bem acessível, não encontrei nada fora do vocabulário comum (baseado na quantidade de seriados que assisto). RECOMENDO com maiúscula.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

25 de mar de 2013

Looks: Kids Choice Awards 2013!

Certo, post atrasado - mas todo mundo merece um domingo pra vegetar (e assistir toda a temporada de 10 things I hate about you), né? Eu tinha me esquecido completamente que KCA já estava chegando, e quando vi, o red carpet já tinha terminado e Kristen Stewart já tinha ganhado melhor atriz (concorrendo contra a Jen Law que ganhou o Oscar - QUE PIADA). Anyway, o tapete laranja ft. roxo foi uma ótima surpresa, mais gostei dos looks do que desgostei #raridadejáquesouchata
Debby Ryan: Kirida, pfvr, sambe com seu vestido da Topshop. Não estou acostumada a ver a atriz usando vestidos que combinem com sua idade, com comprimentos dignos e estampas legais, então fiquei bem surpresa com a escolha. A estampa de azulejo está super em alta, e amarelo com branco é muito meigo e levinho. O vazado na área da barriga é mix das duas tendências que estão cada vez mais fortes. Só esse sapato horroroso para estragar, blergh. 
Fifth Harmony: Poupar brilho para que, não é? Adorei os vestidos da girl band, todas carregadas no paetê. Da esquerda para direita: Camila usou Sherri Hill, nude dourado, bordado e estranho. Eu gosto da trend da barriga de fora, achei o top lindo, mas não curto a saia armada nesse caso, não fica legal. O Val Stefani de Normani é lindo com branco, brilho e transparência. O peep toe menta foi o ponto de cor, mas discreto. Ally também usou Sherri Hill (só eu achei semelhança com PatBo?) rosa com brilhos prata. Gostei do vestido, mas junto do cabelo cacheadão, ficou muito volume - uma trança ficaria tão melhor! Lauren também usou um modelo da estilista, mais sequinho nude com degradê de dourado no decote e barra. AMEI a sandália, btw. E Dinah, de Aqua, bem clichê e sem graça. Não curti a jaqueta de couro com bordados, achei estranho.
Fivel Stewart: Uma das minhas favoritas! Adorei o estilo de Fivel, o contraste do vestido branco com gola babador e saia transparente com os acessórios mais pesados, como a meia pata vermelha, cinto de couro trançado preto, mix de pulseiras, sem falar no smokey eye preto. Achei it!
Jaylen Barren: Estampa de azulejo, anote~anote~anote! O modelo de RVN é bem simples, dando destaque para as cores, acho rosa e roxo uma combinação ótima, sem falar que parece um degradê. A sandália Prabal Gurung for Target é LYNDA, amarrados são tendência.
Kristen Stewart: Olha a melhor atriz do ano ai, gente #risadaseternas. Não gosto de Kristen, ela tem zero expressão corporal, nunca viu xampu e escova de cabelo na vida e desconhece o número certo do próprio pé. Mas ignorando o corpo que o mantem, gostei do look. Acostumei com conjuntinhos e achei a blusa + shorts xadrez bem elegante, assim como o Louboutin. 
Little Mix: A girl band já é conhecida por ser estilosa e moderninha, mas podemos separar? Gostei de alguns, mas ninguém merece o macacão da Leigh Anne. Da esquerda para direita: Jade foi outra que se jogou na Topshop e resolver fazer cosplay da Minnie. Mas eu curti! Gostei da modelagem, da estampa, só o sapato muito pesado que dava para trocar. Leigh Anne foi o cúmulo da estranheza com seu 3.1 Phillip Lim multi tonalidades-de-jeans. Perrie foi a mais bonita de todo o evento, de Novis com degradê de branco ao amarelo, corpete texturizado e saia levemente rodada. O sapato pesado, dessa vez, foi um ótimo contraponto. E o modelo Horace de Jesy também não rolou, a estampa é esquisita. PS: Se eu confundi as garotas, LET ME KNOW.
Oana Gregory: Copiando em 3, 2, 1! KCA é bem informal, e Oana pegou as peças que todo mundo tem no guarda roupa. Adorei como o bordô da saia repetia como detalhe no decote e na meia soquete, além da escrita na regata, que, por sua vez, abriu o look. Sou apaixonada por Lita Boots, então estou vomitando arco iris eternos por esse modelo de glitter. Para quê tanta ryqueza, MELDELS!
Victoria Justice: Não costumo gostar dos looks da atriz/cantora, mas meu lado estampa tribal lover falou mais alto e acabei adorando o Pia Pauro extremamente colorido. O corte é o típico sem graça de Victoria: reto, curto e justo, então realmente só o que deu o toque a pais foi a explosão de cores. Aliás, adorei os complementos: desde o corte de cabelo (aquele liso Elena Gilbert já deu, né), até a sandália Aldo, dyva de tiras coral.
Zendaya: Adoro o estilo da Zendaya, quero copiar quase todos os seus looks. AMEY a simplicidade das peças: o tricot (ou é moletom?) clarinho fazendo highlow com a saia ryca, estampada e rodada, sem falar no colar/gola com pedraria. A sandália de tiras é muito pesada e não combinou. E o óculos, gente, alguém me explica?
#FAIL DA NOITE - Miranda Cosgrove: Você lembra daquela época muito tensa de estilo indefinido pós rehab da Demi Lovato, quando ela tentou frustradamente bancar a hippie com roupas largas e exageradas? PFVR, Miranda, não faça isso! Achei o vestido feio, com cortes estranhos, o comprimento não combina, tudo de gosto muito duvidoso. BLERGH.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

23 de mar de 2013

Amor contra o tempo por Myra McEntire

Hourglass #1
Emerson Cole sempre achou que algo estava errado com ela. Quando passou a ver pessoas deslocadas da realidade - que eram, na verdade, projeções do passado - e que, ao tentar tocá-las, elas desapareciam como fumaça, Em teve certeza. E então vieram os remédios, a depressão, o colégio interno. Agora que seu período no internato chegou ao fim e ela está de volta ao lar, Emerson vê sua sensação de paz prestes a desmoronar. Alguns fantasmas não estão mais desaparecendo com um simples toque. E com a chegada de Michael Weaver, o consultor de uma misteriosa organização que promete ajudá-la a se libertar dessa condição, um simples toque poderá condicioná-la a algo ainda mais perigoso: a paixão.

Autora: Myra McEntire
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501096524
Páginas: 368
Nota: 
Extra: Promoção

Ao lado de zumbis e heranças, acredito que viagem no tempo é um dos plots mais incríveis da literatura (e do cinema, e da televisão, e da vida). Eles são tão ousados (exceto herança - esse é só meu lado romântico falando alto) que são pouquíssimos os autores que tem coragem de escrever - afinal, esses assuntos conquistam com maior facilidade na sinopse, mas precisam ser muito bem desenvolvidos para convencer como história. Não adianta escrever sem sustentar. Pode ser ficção, mas credibilidade nunca cai mal.

Por trás do título brega que remete à romance espírita, Amor contra o tempo é um YA em que a protagonista tem acesso ao passado. Desde os 13 anos, Em percebeu que haviam pessoas estranhas que só ela conseguia ver e que explodiam ao serem tocadas. Até os 17, ela tinha certeza que era maluca. Só então Em conhece Michael, especialista em pessoas como ela, disposto a ajudá-la a entender esses fantasmas do passado, os quais ele chama por dobras temporais. Além disso, Michael também precisa da ajuda dela para outra missão: resgatar o antigo "chefe" da Hourglass, a organização para qual trabalha. Obviamente, resgatá-lo no passado.

O grande problema é que o livro não me convenceu. Eu não comprei a história da protagonista, seu poder, Michael, Hourglass, a viagem no tempo... Tudo parecia muito forçado, sem base. Eu sou daquelas pessoas que acredita fortemente no papo clichê de que a vida é feita de escolhas, então precisaria de algo muito forte para me fazer crer que voltar ao passado e salvar uma vida não vá alterar nada. A explicação da autora para isso, o princípio que anula todas as consequências, não foi o suficiente para mim, teria que ter mais. Vou convidar Myra para o chá da tarde e fazê-la responder todo meu questionário - que não é pequeno.

De inicio, Em parece ser só mais uma protagonista sarcástica que já sofreu demais com a morte dos pais e se fechou para o mundo. Entretanto, isso é o que ela quer que a gente pense, sendo que suas ações não correspondem. Ela repete por vezes que é rebelde e durona, mas só nas primeiras 100 páginas se debulha em lágrimas mais de três vezes. Ok, Joana, larga a insensibilidade. Não julgo a garota por chorar, vejo que ela tem motivos e aceito isso, mas pelo menos pare de me dizer que essa não é você, assuma a fragilidade de uma vez e pronto. O livro flui muito melhor quando Em aceita suas fraquezas e defeitos - sinto que foi nessa parte que o livro realmente foi pra frente. Mesmo assim, seu lado revoltado e faixa marrom de karatê tem seus momentos. Conhecer Michael e dar um soco na barriga dele me fez torcer pelo ship quase que instantaneamente.

Como o livro tinha críticas ótimas na blogosfera internacional, eu estava curiosa demais e com expectativas lá no alto. Três estrelas são consequências disso? Talvez, mas no geral, o livro não saciou minha curiosidade sobre viagem no tempo. Amor contra o tempo tem uma narrativa gostosinha, fluida, deixa você bastante curiosa, mas peca em características muito, muito importantes. Não chega a ser um livro mais ou menos, mas também não foi o que eu esperava. Talvez na continuação a autora tenha conseguido se expressar melhor e convencer o leitor sobre seu enredo - coisa que, para mim, não rolou nesse debut.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

22 de mar de 2013

Playlist da quinzena!

Sexta feira, hora de playlist! Estou tão na vibe que fiz descobertas incríveis e tenho músicas para mais dois posts. Pfvr, vamos morrer de amor - enquanto dá o play e aumenta o volume. Vem:
I made out with a rock star - Ke$ha: Ponderei muito se postava ou não essa música, afinal Ke$ha já tem uma fama considerável para estar na playlist de todos os seres humanos da Terra (não descriminando você, amigo inumano). Mas quando a música não vira single, pode ser que você não tenha nem ouvido falar. I made out with a rockstar? A cara da cantora, animada, e incrível para karaokê. Juro, nem precisa ter talento para acompanhar a letra - que é super divertida, btw.
Rule the world - Selena Gomez: Tá, é da Selena, foi lançada direta na lista de mais baixadas do iTunes. Mesmo assim, é música nova, acho que merece um espaço. É a típica música da cantora, com ritmo calmo e batida pop. Achei fofinha.
I will walk 500 miles - The Proclaimers: Folk pop que já tem vários anos de download. Acho o jeitinho indie de I will walk 500 miles incrível, gruda na cabeça e cantarolar o refrão por horas e horas é quase obrigação da vida. O mash up com Titanium (que eu já tinha recomendado antes) também é ótimo, vale o play.
It's oh so quiet - Bjork: Meu lado Broadway lover não para de declarar amor por essas músicas que misturam ballet e cancan. It's oh so quiet é totalmente incrível, muda de ritmo em questão de segundos, vária entre super meiga e super agitada... Mas se você não curte muito musicais, é provavelmente que não goste. 
Mr. Right - A Rocket to the moon: E a nova boyband que você vai viciar tem um nome mais comprido que as músicas, mas tá valendo. A Rocket to the moon só tem som fofura, mas Mr Right é minha favorita. É animada e meiga ao mesmo tempo, e lembra Before you exit. Aliás, cá entre nós, para onde estamos indo com o nome dessas bandas? São frases, gzus!
Carried away - Passion Pit (Remix Tiesto): Eis a música do momento - são raras as playlists que vi pela blogosfera nacional e internacional que não listavam Carried away. Mas como não sou óbvio (claro que não #iludida #medeixem), estou indicando a versão remix por Tiesto, mesmo que original também seja divertida. Posso falar mais um pouco, mas... I get carried away, carried away, from you | When I'm open and afraid | Cause I'm sorry, sorry 'bout that | Sorry 'bout things that I've said | Always let it get to my head...
Latch - Disclosure ft Sam Smith: Sabe aquela música que tem batida pop, é animadinha, mas você tem certeza que nem de longe seria para a balada? Eis Latch. O ritmo é bem alternativo, divertidinho, mas nada que tenha cara de #1 POP SONGS. 
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

21 de mar de 2013

Never Sky - Sob o céu do nunca por Veronica Rossi

Never Sky #1
Desde que fora forçada a viver entre os Selvagens, Ária sobreviveu a uma tempestade de Éter, quase teve o pescoço cortado por um canibal, e viu homens sendo trucidados. Mas o pior ainda estava por vir... Banida de seu lar, a cidade encapsulada de Quimera, Ária sabe que suas chances de sobrevivência no mundo além das paredes dos núcleos são ínfimas. Se os canibais não a matarem, as violentas tempestades elétricas certamente o farão. Até mesmo o ar que ela respira pode ser letal. Quando Ária se depara com Perry, o Forasteiro responsável por seu exílio, todos os seus medos são confirmados: ele é um bárbaro violento. É também sua única chance de continuar viva.

Autora: Veronica Rossi
Editora: Prumo
ISBN: 9788579272363
Páginas: 334
Nota: 
Extra: Promoção

Dentre distopias, podemos dividir duas tendências: as voltadas para romance (como Delírio, por exemplo), e as que dão foco para o governo opressor e o regime social (Jogos Vorazes e variadas). Por mais que o livro fique em cima do mundo, sempre terá um lado que mais forte e que tomará mais espaço. O cenário, na maior parte das vezes, é o grande divisor de águas e que revela o enredo logo de cara. Em Never Sky isso não acontece.

A história é narrada a partir do ponto de vista de Ária e Perry, de realidades completamente diferentes. Enquanto ela foi criada pela mãe nos Reinos, sob a proteção do governo, Perry é um selvagem que vive com o irmão mais velho e o sobrinho doente. Como resultado de uma confusão que terminou em várias mortes e falha no sistema de vigilância, Ária é largada na selva, sozinha e sem orientação. É assim que o caminho dos dois se cruzam, e decidem ir atrás da mãe de Ária e sobrinho de Perry, ambos presos na capital, Nirvana.

Certo, você sentiu o futuro romance na sinopse, mas eu não esperava por isso. De inicio, Perry e Ária eram zero compatibilidade e a descrição do cenário tinha muito mais espaço. Não precisa de muitas páginas para os personagens já passaram por uma tempestade de Eter e serem atacados por canibais. Referências românticas eram minimas, então eu estava preparada para uma história arrasadora e cruel. Entretanto, isso também não acontecia. Pery e Ária passavam por poucas e boas, mas por 100 páginas, não tinha mexido nada comigo. Sem suspiros pelo casal, sem pertubação pelo mundo com canibais em que estão. O livro demorou para empolgar - e quando finalmente aconteceu, não era como eu estava imaginando.

Perry e Ária seguem muito o esteriótipo do mundo em que cresceram. A descrição que a autora faz dos personagens, tanto física quanto psicológica, segue muito os padrões de ser Ocupante ou Forasteiro. Ária é cheia de manias, acostumada com luxos e não conhece nada do mundo lá fora. Já Perry é selvagem em sua forma mais literal, seja os cabelos rebeldes ou o costume de lutar, caçar e decepar. Eles não tem nada em comum além da vontade de encontrar seus familiares que estão em Nirvana. O casal é improvável e eu achei que não daria certo (por mais clichê que parecesse), até se tornar um dos meus ships favoritos.

Meu ponto principal é que a história de Never Sky não precisava estar situada num cenário distópico para acontecer, esse é simplesmente um elemento extra com potencial de ser explorado. Uma crítica? Talvez, não sei. Eu não esperava isso do livro, queria outra coisa diferente, mas gostei bastante do que encontrei. Os personagens secundários são ótimos (Cinder ♥), e depois que o enredo toma um rumo, fica muito, muito bom. Recomendo e preciso urgentemente do próximo volume - aquele final não pode. 
BTW, não esquece que está na promoção de aniversário, ok?
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa