28 de fev de 2013

O rosto que precede o sonho por Mauricio Gomyde

Os sinais que ele não percebeu, no dia do acidente, poderiam ter evitado que seus pais entrassem naquele avião. Tempos depois, algo inesperado mudou o rumo das coisas, e ele, então, passou a esperar o dia em que os sinais voltariam... Tomas Ventura levava uma vida quase perfeita, cercado por tudo que sempre quis: um violão, um telescópio, muitos discos bons, amigos, um emprego de sonhos e uma casa que flutuava. Mas no dia em que recebeu a proposta de trabalho da sua vida, o convite para participar da trilha sonora de um grande filme de Hollywood, ele decidiu dizer “não”. Até que dois sinais, os olhos cor de mel daquela menina, mostraram-lhe que ainda havia motivos para seguir em frente... 

Autor: Mauricio Gomyde
Editora: Porto 71
Páginas: 174
Nota: 

Sabe quando você está no meio de um livro parado e maçante, e tudo que pensa é em abrir outro título que está parado na estante, ler só o prólogo (o primeiro capítulo, quando muito), e então voltar para a leitura oficial? Pois é, no fundo você sempre sabe que essa segunda leitura vai até o fim. O rosto que precede o sonho, encaixado entre A mão esquerda de Deus, foi leitura de uma tarde. Vou começar a só ler encaixes, eles passam mais rápidos!

Ok, o fator tamanho também conta bastante nesse caso. O rosto que precede o sonho é super curtinho, e a narrativa ainda colabora para passar mais rápido. O livro é cheio de diálogos, frases curtas, parágrafos moderados e várias características que deixam a leitura bem mais dinâmica. Quando você sai de um livro pesado, qualquer romance pode ser considerado leve, principalmente se os personagens são dados a conversar mais. Adoro isso.

O protagonista é Tomas, compositor que vive num barco e leva a vida numa boa. Ele foi abandonado pela namorada, mas sua depressão só durou poucas horas: até chegar ao sebo do amigo, Benjamin, e encontrar uma encantadora garota com um ótimo gosto musical. A partir de então, é uma história de encontros e desencontros, repleto de cenas fofas e frases poéticas (não melosas, tks God).

Acho que a característica mais forte do personagem é sua perspicácia. Tomas é muito ligado em sinais do universo, e leva qualquer pequeno detalhe do dia como uma mensagem do universo. Pode parecer bobagem, mas isso precisa de muita esperteza. Como boa preguiçosa que acostumou estar de férias, não fui pesquisar todas as informações do livro, mas só pelo fato dos pontos se ligarem (e de Tomas perceber isso rapidamente), é bem impressionante. Queria ser tão rápida assim.

O rosto que precede o sonho é uma leitura rápida, leve, não muito aprofundada (tirando os sinais) e com um final realmente infeliz. Me surpreendi, mas não digo que só pelo lado positivo. Terminei o livro decepcionada com a conclusão, imaginava outra coisa completamente diferente, e mudou minha perspectiva com toda a leitura. Gostei, achei os personagens muito bons e a história bem construída, apenas não comprei o final. 
Bjs, 
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

27 de fev de 2013

Protagonistas favoritos (ou não) dos seriados!

Falar de séries sempre gera bastante mentions no twitter (isso e comentar red carpet ao vivo. BTW, segue lá @GirliePoderosa!). Depois de comentar a minha watchlist (nesse post gigante), pilotos favoritos, ships favoritos e meus vilões favoritos, chegou a hora de falar dos protagonistas. Mas porque me prender só aos que gosto? Odeio muito personagem principal também! Depois de escrever duas listas gigantes, cortar vários nomes, me resolvi em dois: preferidos e preteridos (sempre quis usar essa palavra, excusez-moi). Tenho certeza que dessa vez vamos concordar!



June poderia ser a boa garota que narrava os episódios, mas foi Chloe que deu nome a série e ganhava toda atenção da câmera toda vez que dava o ar da graça. Divertida, engraçada e inescrupulosa, Chloe é perdida na vida ao mesmo tempo que está com os pés bem presos ao chão. É hilário ver sua visão distorcida da realidade, seu jeito meio estranho de ser amiga, filha ou criatura bípede na Terra. Queria que a série não tivesse sido cancelado, era minha comédia favorita!
Protagonista não precisa ser necessariamente boazinha (tks, God), e é esse o grande trunfo que coloca Emily/Amanda nessa lista. Ela é fria e calculista, sabe se defender, e principalmente, como se vingar. A protagonista chega aos Hamptons, conquista seu lugar perto dos Grayson e vai destruindo pino por pino. Todo mundo quer ter um pouquinho da coragem, perspicácia e inteligencia (acho que a Nina/Rita de Avenida Brasil deveria ter uma aulas #sódizendo). 
Tanto no filme como na série, Kat é a personagem rebelde, cheia de atitude e conceitos. Sabe revolucionário de sofá? Kat desconhece o termo! 10 things about I hate you pode já ter sido cancelada a anos, mas continua nas minhas favoritas de todo o sempre. Cadê retomada com segunda temporada depois de anos? Ninguém se importa que matem Paige em PLL!
Certo, prevejo gente discordando, mas acho Rachel incrível! Na verdade, o caso é que me identifico muito com o jeito autoritário, perfeccionista e altamente egocêntrico da personagem, é tão eu ♥ Ela sabe o que quer, como quer e o quão necessária sua respiração é para o equilíbrio do ecossistema. Ah, e ela é mais talentosa que metade da população de Ohio juntos!
Leve em consideração que essa lista foi baseada nos personagens ao longo de todo o tempo de série, então o lugar de Spencer nos favoritos é por conta das três temporadas em que segurou Pretty Little Liars nas costas e foi o grande cérebro do grupo, não esse últimos cinco episódios de freaking Spencer. Ela é super inteligente, determinada, e mesmo que indiretamente, é o motivo das quatro estarem vivas por tanto tempo.
Não coloquei em ordem, mas quero fechar com minha favorita de todos os tempos: Queen B! ♥ Vilã, mocinha, bitch da série e que nunca conseguiu fazer alguém odiá-la. Pfvr, Blair Waldorf arrasa na viva, na atitude, no lado fashion como it girl e estilista... Dyva de New York City! MELDELS, QUE SAUDADE DE GOSSIP GIRL!   
Ai Deus, como Adrianna cansa a beleza do telespectador. Começa a série como drogada, grávida, vingativa e desiludida da Terra. Algumas temporadas depois, a boa moça, meiga e inocente, que tudo que quer é uma carreira como cantora bem sucedida. NÃO COMPRO SUA HISTÓRIA, Ade! A cara de mocinha não condiz com seu comportamento, cada chance que tem ela apronta alguma coisa, sempre se superando: trair o namorado, trocar a medicação controlada da melhor amiga... O que vai ser depois?
Eu odeio quase todo o elenco feminino de The Walking Dead (Maggie é a única aturável depois que a Lori morreu - e, sim, eu gostava da Lori!), mas Andrea é a pior das piores. Convenceu como corajosa na primeira temporada, quando a irmã virou walker, mas depois só decaiu. Complicou a situação na tentativa de se defender que acabou ferindo Daryl, mas o ápice do ódio foi quando se aliou ao governador. Piriguetar em pleno apocalipse zumbi, que isso!
Série decepção de 2011 foi The Secret Circle, sem sobra de dúvidas, e o trágico caminho que levou ao eminente cancelamento é tudo culpa de Cassie, protagonista mais sem graça da vida (quer dizer, a segunda delas). Indecisa, irritante, ingênua e muito lenta. Adorava quando Faye deixava ela de lado e assumia a série, só assim ficava assistível!
Essa coisa de gêmea boa e gêmea má é complicada: uma você odeia e a outra, idolatra. Mas tem raros casos em que as duas são muito chatas. Quem ganha em The Lying Game? A boazinha, Emma, tão ingênua que se Sutton dissesse que comer chocolate emagrece, lá estaria ela se empanturrando de barras cheias de açúcar. Ok, as coisas estão mudando, mas assim como Spencer, estou considerando Emma pelas duas temporadas em que me deu sono com sua passividade. 
Odiei Raviva desde o primeiro episódio, e nenhum dos arcos que ela teve nos 12 episódios da série me convenceu. Enquanto todo mundo seguia com a vida, ela apareceu sem emprego, grávida e rebelde contra a mãe. Ela atrapalhou tudo o que podia, não acrescentava à série nada de útil e tirava espaço de quem realmente dyvava (cof cof Diego Boneta, seu lindo ♥).
Mas ninguém nunca nunCA ~~~~NUNCA~~~~ será pior que Elena Gilbert. Ah, essas protagonistas de L. J. Smith, uma pior que a outra. Sem graça, cansativa, com cara de sofredora e que nada dá certo por toda a eternidade (literalmente, já que né). Ok, realmente ela não vive num mar de rosas, mas tem o Damon, ouve sotaque de Originals todos os dias, existem motivos para mínimos sorrisos. Ou então, se a vida é tão cruel assim, por que não ficar do mal também? Aff, Elena, aff para você!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

26 de fev de 2013

Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York por Gail Parent

Sheila Levine Está Morta e Vivendo em Nova York, de Gail Parent, traz as confissões da personagem desde os seus quatro anos, idade em que passou pela primeira experiência de amor não-correspondido. São relatos divertidamente constrangedores sobre a infância e a adolescência, como a preparação para o casamento quando era uma criança de apenas sete anos, a vida de solteira na Universidade de Syracuse, a perda da virgindade, a formatura sem emoção no curso de arte dramática e a busca por um emprego criativo. Há também as fracassadas investidas amorosas, a viagem pela Europa, o desafio de se dividir um apartamento em Nova York... Enfim, todas as peripécias da vida de uma solteirona contadas de maneira engraçada e irônica, divertindo o leitor do início ao fim.

Autora: Gail Parent
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528612910
Páginas: 288
Nota: 

Falo que não gosto de livros clássicos e realmente não gosto. Não gosto de títulos antigos, de histórias situadas em décadas antes de eu nascer (repare que nem sou desse milênio, cof cof) e de como era o cenário antes da vida 2.0. Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York, best seller nos anos 70, é um chick lit em sua forma mais básica, clichê, criticada e irritante.

O livro é uma carta de suicídio, simples assim. A protagonista, Sheila Levine, é judia, tem trinta anos, está solteira e decidiu se matar. Afinal, qual a razão de viver quando você não tem alguém para apresentar para os pais, para quem cozinhar e lavar a roupa? Ela sabe que sua vida é um fracasso completo e decidiu abandonar a Terra de vez. Por muita consideração aos pais e amigos, Sheila decidiu deixar uma enorme carta de 288 páginas com suas memórias, algumas revelações e vários choques para sua mãe. 

Primeiramente quero dizer que não sou feminista, não compro esse conceito e não me venha com papo de que, pelo meu descaso, do que se valeu Fulana e Ciclana queimarem sutiã em praça pública. Direitos iguais está super certo na vida, mas feminismo e machismo é totalmente contraditório. Por que todo esse blablabla sobre igualdade de sexos? É que nesse ponto o livro tem sua grande falha épica: Sheila foi educada com a ideia que nasceu para casar, ter filhos e tudo mais. Por mais que Sheila se gabe por ser moderna nos anos 70, ela vai (destaque) S.E. M.A.T.A.R. por ser solteira. Tipo assim: Oi? Olá? Hello? Namastê?

Mas devo dizer que Gail Parent sabe fazer comédia. Não tenho o que reclamar do livro nesse ponto. O livro não é uma história continua, é um desabafo que passa por anos e anos da vida da personagem. Se for pensar bem, a condição que leva Sheila a escrever é cômica. Absurda, completamente estúpida, mas com muita abertura para piadas inteligentes. Gargalhei por vezes, e o livro valeu por isso.

Velha história de não julgue um livro pela capa. Eu imagino que esse ditado seja para aproximar leitores de capas feias, mas pode valer para o contrário. Sheila Levine está morta e vivendo em Nova York tem vários fatores de marketing a seu favor: a capa é linda, o título é sugestivo, as chances são altas. A ideia é boa, a razão é o grande pecado. Se Sheila decidisse abandonar a vida por perder os pais num trágico acidente de carro ou porque sua série favorita foi cancelada, seria mais compreensível do que morrer por estar solteira aos 30 anos. Não entendo, não revelo e não acho que seja leitura essencial, a não ser que tenha oportunidade.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

25 de fev de 2013

Looks: Vanity Fair Oscar Party!

Comentei que não ia falar sobre as festas do Oscar que não a premiação principal, mas foi mais forte que eu. A festa da Vanity Fair reuniu várias celebs que nem estavam no Oscar com mais vestidos lyndos, sem falar em quem foi pra lá e mudou por melhores (mundo agradece, Anne!). Afinal, se é pra vomitar arco iris, vamos fazer isso até não poder mais, certo?
Alison Williams: Chama de noiva, chama de parede grega decorada, mas não nega que Alison tá super elegante e ryca. Amei a textura em dourado apagado no branco, um brilho tão discreto...
Amy Adams de Oscar de la Renta: Depois de ocupar vááárias cadeiras com sua saia suuuuper volumosa, Amy trocou e ficou esbanjando magreza e ocupando só meio acento. Acho lindo o efeito do brilho corrido, como franjas. Stylist hazô na noite ♥
Anne Hathaway: A grande diferença que um tecido faz, não? O modelo azul é bem simplão (é vestido ou macacão?), só com a gola de paetês para brilhar. Ah, claro, um Oscar é muito melhor que uma clutch, né?
Diane Kruger de Giambattista Valli: Diane é phyna e não se fala mais nisso. Ela usou o modelo curto pra equilibrar com manga longa e decote fechado, com estampa P&B combinando com scarpin. Achei legal a saia levemente armada com pequeno mullet. 
Elizabeth Banks de Alexander McQueen: Eterno "procure a Effie ao ver a Elizabeth"! Amei o longo laranja, leve e com degradê de cores. Os acessórios dourados deram uma modernizada, principalmente a clutch texturizada. 
Ginnifer Goodwin de Monique Lhuillier: AMO/SOU looks da Snow em festa de gala, é das atrizes mais phynas da vida! Simplesmente declarar amor para o modelo azul com pedrarias e saia rodada. Vai dizer que não está incrível?
Jennifer Lawrence de Calvin Klein: Achei um pouco sem graça, confesso, estava acostumada já com esse mix de dourado e prata com paetês eternos depois de todos os looks na divulgação de The Hunger Games. Tá legal, ela tá com Oscar, já deve ter comido, mas podia ser melhor, né?
Kate Beckinsale de Monique Lhuillier: Ainda é possível um modelo preto com bordados dourados ser diferente, viram? Achei ótimo! A silhueta ampla me lembrou Helena Boham-Carter, só que numa versão bem arrumada. #maldades
Kate Bosworth de Giambattista Valli: Um dos meus favoritos da festa! Amo esse jogo de candy color de paetê com menta e rosa, além da transparência. Aliás, já falei que AMO vestido curto com manga longa? É tão cool! ♥
Lily Collins de Zuhair Murad: Estava esperando ver Lily no Oscar, mas não rolou. Então nos contentamos com Vanity Fair, né? Modelo azul com rendas: lembra o ano passado, não? A diferença que dessa vez a saia não é nude, linda e fluida, mas justa com listras um pouco estranhas. O legal desse vestido foi as costas, frente única. Achei phyna, mas esperava mais.
Marisa Tomei: Macacão é quase sempre sofisticado, não? Imagine então com fundo nude e aplicação de pedraria prata? Pra morrer com tanta phynesse! 
Selena Gomez de Atelier Versace: Não costumo gostar nos modelos phynos da Versace, mas até concordo que o modelo de Selena é bem bonito, mesmo que cheio de informações, babados e tule brilhante. Adorei o brinco com azul ♥
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

Looks: Oscar 2013!

Oscar começa e o mundo para. Ok, o mundo não para, mas vai parar no twitter. É trending topics, todos comentam, todos bancam Kelly Osbourne no red carpet e Seth MacFarlane na premiação em si. É uma chuva de tweets, retweets e users bloqueados. A noite mais divertida da rede social! E é só virar meia noite para nós, comentaristas amadores que agora vivem como zumbis, trocar de rede social e continuar no assunto. Falar de red carpet é muito amor, né não? ♥
Adele de Jenny Packham: Felicidade linda de ver que Adele abandonou o florido-capa-de-botijão e voltou a amar vestidos pretos e phynos! Certo, pode ser clichê, mas é o que dá certo pra ela e existem casos que sair do coringa é suicídio! Agora o penteado poderia inovar, né? 54 anos com o mesmo topete a la Bridgit Bardot.
Alicia Vikander de Elie Saab: Olha minha segunda favorita da noite vestida de Blair Waldorf noiva Elie Saab! Tenho sentimento especial por esse vestido, amo a renda azul clara com brilho, o jogo de transparência, a reunião de tudo aquilo que o estilista faz de melhor! E, ah gente, vai dizer que ela não tá parecendo Queen B? ♥
Amanda Seyfried de Alexander McQueen: Da minha lista de esperados, Amanda estava quase no topo. Todos os seus look na divulgação de Les Mis foram pra morrer de amor, no Oscar não poderia ser diferente. Adorei  os bordados dourados no fundo branco acinzentado, sem a transparência tão comum nesse caso. Só a gola não é das melhores; se fosse inteira ou tomara que caia ficaria melhor.
Amy Adams de Oscar de la Renta: Outra que dyvou, ocupou 2923 cadeiras e ficou entre as favoritas da night (meu terceiro lugar). O modelo princesa com corpete texturizado e saia volumosa de babados que imitam plumas é clássico de red carpet phynesse, principalmente nesse tom. Se fosse qualquer outra cor, ficaria mais lyndo ainda - o gelo já está cansando. Um menta ou coral, talvez? ♥
Anne Hathaway de Prada: Como quero comentar vários looks, não selecionei só favoritos e não vou fazer o #fail habitual, mas se fosse, o título seria de Anne. Ok, é ryca, phyna, ganhadora da estatueta, mas o vestido é feio! O tecido é muito rígido  sem movimento, com costura aparente e totalmente apagado (principalmente para ela que é branquinha). Sem falar que não usou sutiã e isso pegou muito mal. BTW, pfvr, notem que a magia da atriz estar usando Prada! (beijos para você que entende meus trocadinhos sem graça)
Charlize Theron de Dior: Charlize é linda, phyna, elegante e todos os elogios que você quiser, mas nem tente me convencer que esse cabelo é legal. Corte joãozinho é feio em todas as mulheres da Terra e fim de papo. Acho que isso é a única coisa que eu reclamaria. O vestido branco é minimalista, bem cortado e com a única referência fashionista sendo o peplum. Gostei, só queria mais cabelo nessa cabeça.
Fan Bingbing de Marchesa: Quero começar dizendo que AMO o sobrenome Bingbing, é tão divertido! De qualquer modo, Marchesa! Eu não curti muito a última coleção, mas esse foi um dos poucos vestidos que estava esperando ver no tapete vermelho. Gente, pfvr né, é rosa, armado e com corpete diferente - princesa moderna, ok? Não gostei da clutch, mas acho que combinou com esse feeling retrô na produção.
Jennifer Aniston: Why so boring, Rachel Jennifer? Tudo bem que vestido vermelho e com saia ampla é ryqueza, mas o resultado final, quase sem acessório e com cabelo solto de cada dia, faltou glamour. Você pode não ter sido indicada, fia, mas tá no Oscar e é a Jennifer Aniston, faz favor!
Jennifer Lawrence de Dior: Jen é tão dyva que tomba na vida e no Oscar, literalmente. Ela tava lynda, ryca e com fome, quer mais amor? ♥ Adorei o modelo rosa bebê-quase branco, texturizado e meio termo entre modelagem sereia e princesa. Só acho que algumas jóias de presença não iam fazer mal. O brinco mais longo, talvez? Mas quer saber, é a JenLaw e ela ganhou o Oscar aos 22 anos! ♥

Não acabou ainda! Tem mais Sandra Bullock, Sally Field, meu favorito...

24 de fev de 2013

O clã dos magos por Trudi Canavan

Trilogia do Mago Negro #1
Todos os anos, os magos de Imardin reúnem-se para purificar as ruas da cidade dos pedintes, criminosos e vagabundos. Mestres das disciplinas de magia, sabem que ninguém pode opor-se a eles. No entanto, seu escudo protetor não é tão impenetrável quanto acreditam.

Autora: Trudi Canavan
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581630007
Páginas: 448
Nota: 

Magia é um assunto incrível, não? Admita, eu sei que você gosta. É impossível não amar a chance de mexer os dedos, dizer algumas coisas em latim, e ter o mundo aos seus pés. Ok, nem sempre é assim, mas a ilusão das possibilidades é incrível. Desde J. K. Rowling, livros com feitiços e poderes ganharam uma outra amplitude, e principalmente nós, órfãos de Harry Potter, estamos na eterna busca implacável pela saga mágica substituta. Posso falar? Queria um feitiço que me impedisse de esperar que todos os magos do mundo sejam Harry (ou Hermione).

Sem Hogwarts, sem Dumbledore ou tio Voldy (♥), um mundo completamente novo e com uma magia bem menos impressionante. A protagonista é Sonea, uma favelada (literalmente) que descobre ter poderes mágicos durante uma manifestação contra os magos do Clã. Esses magos são grandes "figurões" da sociedade, e ao lado da realeza, mandam em tudo. Eles tem dinheiro, poder (obviamente) e influência suficiente para promover as Purificações nas favelas, antigo lar da protagonista. 

A trama principal, que corre por quase todo o livro (que é enorme), é Sonea se escondendo dos magos. Ao  atirar uma pedra que atravessou a barreira de proteção, eles descobriram que tinha uma "selvagem" vivendo sem a orientação do Clã, o que é terminantemente ameaçador perigoso. Sabe Tom e Jerri (sim, o desenho)? É o livro. Certo, é algo com muito potencial, mas a metade se resumiu em Clã procurando Sonea, Sonea se escondendo do Clã. Quando a coisa finalmente se desenrola, você já leu muitas e muitas páginas.

A visão em terceira pessoa realmente ajuda pra conhecer o cenário como um todo. Vários pontos de vista se revezam, e fica possível conhecer a dinâmica dos dois universos: magos e favelados, ladrões. Conhecer os personagens? Nem tanto. Acaba que é tanto nome exótico, tantos núcleos, que eu demorei vidas para saber quem é quem, separar vilões de mocinhos (ainda não tenho a lista exata), e por ai vai. Além de que não me apeguei nem um pouco a Sonea. Protagonista dispensável.

Não quero que me entenda mal: eu gostei de O clã dos magos, vi potencial no livro e acredito que a trilogia seja ótima, mas não no primeiro livro. Isso foi introdução, cheio de personagens e descrição, que você conhece muitas coisas, mas na verdade, não aprende nada. A narrativa flui, as quase 450 páginas passam rápido, mas não prendem desde o primeiro segundo. Quero ler os próximos antes de dizer com todas as letras que recomendo. 
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa