31 de jan de 2013

Luz por Elena P. Melodia

My land #3
Com spoiller leve dos livros anteriores
Alma está em um quarto de hospital momentaneamente sem memória. Logo, porém, outros não vão se lembrar dela também: sua família, seus amigos, todos, exceto Adam. De volta em casa, agora querem descobrir o que aconteceu com Morgan. Como tornar-se completamente humana? E quem escolher, Adam ou Morgan?

Autora: Elena P. Melodia
Editora: Suma de Letras
ISBN: 9788581051215
Páginas: 337
Nota: 
Livros anteriores: Escuridão, Sombra

Eu realmente acredito em chances de se redimir, em começar de novo e corrigir erros. Principalmente na literatura. Claro que não será mais a mesma coisa, afinal, uma hora ou outra, teve um erro grotesco que marcou, porém ainda assim, pode recuperar alguma parte. Elena P. Melodia devia isso aos leitores, pelo menos um final digno para My land, que se perdeu completamente na metade de Sombra e apagou a memória boa que eu tinha anteriormente. 

A expectativa estava mínima, mas tinha um fio de esperança chato e pertinente. Só que o erro da autora foi um que não dá para voltar atrás. Ao explicar o passado de Alma e sua mitologia de Não Nascidos, filhos do Mal, o livro perdeu a credibilidade. O clima do livro sempre foi de suspense, carregado de assassinatos e mistério. Adorei quando a suspeita estava numa seita macabra, quando Alma encontrou sua cópia e realmente tudo se encaminhava para um cliffhanger incrível. Contudo, tudo é revertido para uma solução clichê, sem graça e cheia de furos, ainda em Sombra. Luz só continua com isso.

Uma coisa que estranhei foi que Adam, de um minuto para outro, passa de personagem enigmático com altas chances de ser do mal para alguém apaixonante o suficiente para conseguir mexer com Alma, que o ápice tinha sido uma paixãozinha por Morgan, ainda antes de saber a verdade sobre si. Para uma continuação, não fez sentido. Nas primeiras páginas dá para ver um Adam completamente diferente do que conhecíamos, para quem Alma abre o coração em dois segundos. Oi, bom senso, você poderia dar uma passada por aqui? 

Como nem tudo é lado negativo, quero dizer que realmente gosto da dinâmica da escrita de Elena. O livro acaba sendo bem fluido, já que a narrativa é cheia de diálogos e isso acaba passando bem mais rápido e divertido. Ok, pode não ser algo profundo que dá vontade de encher de tags, mas são diálogos. Amo livros que tem muitos diálogos.  

Resumindo, Elena P. Melodia não usou bem sua chance de redenção. A história de Luz apenas continuou com o enredo fajuto apresentado em Sombra, não trouxe grandes reviravoltas e teve o final previsível que dá para adivinhar só lendo a contracapa. Os vários diálogos no decorrer do texto deram rapidez e dinamicidade para as páginas, mas não conseguiram segurar. Infelizmente, estava longe de ser o final que eu esperava para um primeiro livro tão promissor. Recomendo Escuridão. Suas continuações? Dificilmente.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

30 de jan de 2013

5 Filmes por diversão!

Passei a tarde pensando nesse título mega ultra criativo. Primeiro vou admitir que sempre fui péssima com títulos, ano passado guardei toda minha criatividade para as redações de vestibular e agora simplesmente estou seca de ideias para nomenclaturas. Segundo que minha outra opção (a qual não vou comentar para evitar zoações com minha pessoa) não conseguia abranger a ideia do post, dos filmes. Eles não fazem sentido entre si, mas são divertidos e acho que você deve ver. Você sabe, por diversão.
Ver Sophie Kinsella na tela grande é muito amor. Embora chick lits pareçam mais fáceis de adaptar, Os delírios de consumo de Becky Bloom não é lá muito fiel ao livro, junta pequenas coisas de, ao menos, dois volumes da série e muda várias coisas. O resultado? Uma comédia romântica divertida, com um figurino coloridíssimo e Isla Fisher virando modelo de conduta para milhares de garotas ao redor do mundo que tem preguiça de ler livros e se baseiam no cinema. Amo o filme e amo os livros. Não tem como ler ou assistir e não amar. O vício por compras, o sonho de trabalhar na revista favorita, congelar cartões de crédito e quebrar com salto alto... Quem nunca foi Becky uma vez na vida, né?
Gossip Girl ganha uma versão mais inocente, com personagens mais novas e longe de Nova York, mas não com menos intrigas e roupas incríveis. Garotas S.A. é baseado no livro de Lisi Harrison e é, até hoje, a adaptação mais fiel que já vi - e duvido que algo, algum dia, vá superar. A história é protagonizada por Claire, uma garota comum e sem graça que quer ser aceita pelas populares, principalmente a host Massie, mas vê que não é tão simples assim e acaba se metendo em confusões. Ok, parece descrição de Sessão da Tarde, mas vale a pena.
O que esperar quando você está esperando*
JLo casou com Rodrigo Santoro. Beca e Nate estão namorando. Mr Shuster trocou a Srta Pillsbury pela loira das Panteras. Effie agora está grávida de alguém que nunca foi para Paném. Dennis Quaid está com uma Victoria's Angel. Está perdido? O que esperar quando você está esperando é daqueles filmes cheios de histórias paralelas, de casais que estão na espera do primeiro filho. O elenco? De peso. Cameron Diaz, Elizabeth Banks, Anna Kendrick. Além de que foi ótimo rever Chace Crawford sendo lindo.
Sou a pessoa mais atrasada por não ter assistido esse filme até essa tarde. A divulgação foi enorme, já que foi estrelado por Jacob Taylor Lautner. Sem saída é o momento ação dessa seleção. No filme, Nathan descobre que faz parte de uma grande armação que envolve mafiosos e polícias de inteligência. O caso é que o mesmo motivo que lotou os cinemas é o que desagrada no filme. Parece que Taylor passou tanto tempo com KStew que aprendeu a viver com uma única expressão facial. Por que, vida, por que?! Mais legal é ver como Lily Collins sobrevive a cenas de ação e adrenalina - acho que vai ser uma Clary incrível! ♥
O filme só vai chegar no Brasil daqui uma semana, mas como internet é linda e maravilhosa, não precisa esperar esse tempo para conhecer So Undercover, o novo filme da Miley Cyrus, que reúne um elenco excelente de vários seriados. Eu estava com expectativas mínimas depois do desastre que foi LOL (filme sem graça diz oi!), e acabei me surpreendendo. Na história, Miley é uma agente do FBI que vai disfarçada para a faculdade. Além de poder ver Daniel Grayson fora de Revenge, o filme ainda tem trilha sonora linda e cena de makeover. Muito amor ♥
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

29 de jan de 2013

O lado bom da vida por Matthew Quick

Pat Peoples, um ex-professor de história na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, sua esposa negando-se a aceitar revê-lo e seus amigos evitando comentar o que aconteceu antes de sua internação, Pat, agora um viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. À medida que seu passado aos poucos ressurge em sua memória, Pat começa a entender que "é melhor ser gentil que ter razão" e faz dessa convicção sua meta. Tendo a seu lado o excêntrico (mas competente) psiquiatra Dr. Patel e Tiffany, a irmã viúva de seu melhor amigo, Pat descobrirá que nem todos os finais são felizes, mas que sempre vale a pena tentar mais uma vez. Um livro comovente sobre um homem que acredita na felicidade, no amor e na esperança.

Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580572773
Páginas: 256
Nota: 

Quero começar essa resenha com uma das citações da capa: "Você acha que eu sou mais maluco que você?". Posso continuar com essa de citações e parafrasear Augusto Cury (se não me engano): "De gênio e louco, todo mundo tem um pouco"? Eis um assunto que sinto falta de ver nos livros: loucura. Acredito que não seja uma abordagem muito fácil, mas ela está aí pronta para ser explorada. Beijos, Matthew Quick, que conseguiu encarar da melhor forma possível. 

O ponto principal que quero levantar é a credibilidade com a loucura, a caracterização dos personagens, o tracejar psicológico. O lado bom da vida é narrado em primeira pessoa por Pat, de 34 anos, que após dar um tempo com a esposa, Nikki, perde uma parte da memória e é internado num hospital psiquiátrico. O livro começa quando ele sai de lá, quase quatro anos depois, sem noção de tempo e com esperança de recuperar a mulher. 

Em momento nenhum o autor disse, com todas as palavras, que Pat é louco. Porque, minha análise como leitora sem nenhum curso de psicologia, Pat não é. Eu diria, no minimo, uma pessoa desequilibrada pela falta de realidade. O personagem acredita que a vida é um filme com final feliz, no seu caso, o reencontro com Nikki. Esse positivismo exagerado deixa irreal, sua mentalidade é afetada por isso. Mas loucura, como alucinações, realidades paralelas e problemas mentais reais, não é o caso de Pat. Repito: análise como leitora sem nenhum curso de psicologia.

Então Pat começa a se encontrar com Tiffany, como amigos, claro, porque ele é absolutamente fiel à Nikki. Ela é viúva, com depressão, e uma das personagens mais complexas e reais que já tive o prazer de ler. Adorei Tiffany, seu mau humor, sua inteligencia, autoridade e seus surtos. Por mais contraditório que pareça, quem deu o ar comédia ao livro foi ela. Lembre-se que nem sempre comédia e diversão são conceitos iguais. 

O lado bom da vida é um livro sobre personagens, e não vejo como sair essa resenha de modo que não seja sobre tais. É um livro gostoso de ler, super rápido e envolvente, com uma boa base, uma boa credibilidade. Tirei uma estrela por não ter sentido algo de outro mundo, mas de modo algum foi uma leitura decepcionante. Estou hiper curiosa com o filme, mesmo que ache Jen Lawrence nova demais para o papel. Recomendo!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

28 de jan de 2013

Looks: SAG Awards

Looks do SAG... O que esperar? Adoro que nessa época do ano começam as premiações de gala e os vestidos são de vomitar arco iris infinitos. Foram muitas celebs rycas de longo no red carpet de ontem, e entre vestidos lindos e óbvios, foi legal ver que ninguém fez muito feio. Alguns deram muito sono, claro, mas ninguém fez os olhos sangrarem, o que é altamente um ponto positivo. Importante: Como uma das sugestões  da Pesquisa de opinião (que você que é lindo pode participar aqui) eram imagens de moda maiores, os looks estão agrupados. Me contem nos comentários se ficou melhor assim!
Ariel Winter de Alex Perry: Achei fofo, meigo e super combinou com o jeitinho cute dela. O vestido nude pode ser bem comum, mas as borboletas douradas bordadas no busto e nas mangas deu um toque especial. Só prenderia o cabelo - embora seja lindo, ficou informação demais no colo.
Anne Hathaway de Giambattista Valli: OMG, ANNE SUA PHYNA! Sem dúvida um dos vestidos mais bonitos da noite. Era como se fosse dois em um: o tubinho sem alças basicão de paetê e a camada extra de tule, que fez transparência no decote e volume na saia. Amey!
Alexis Bledel de Rena Lange: De primeiro, achei o vestido muito sério para Alexis. Depois caiu a ficha que ela não é mais a adolescente de Gilmore Girls e estava mais do que na hora de aceitar que a maioridade chegou a bastante tempo. O tom de verde é lindo e sóbrio, digo o mesmo do vestido. Os plissados e o maxi colar deram o toque de sofisticação. 
Jayma Mays de George Hobeika Atelier: É complexo de personagem ou a atriz realmente combina melhor com branco? O vestido tem corte minimalista e ganha destaque com a textura. A silhueta não ficou das melhores, não sei se culpo a modelagem, a cor ou alguém. Tirando isso, é bonito. Bonitinho, I mean.
Jenna Fischer de Jenny Packham: Nude com preto já deu o que tinha que dar, mas bronze e preto ainda é um combô com tempo de ser explorado. O pseudo degradê ficou bonito com o jogo de brilho e tule. Mas ainda na vibe do poderia ser melhor, as mangas não fecharam muito. Essa indecisão ficou feia.
Jennifer Garner de Oscar de la Renta: Achei lindo o modo que refletiu o brilho do paetê dourado, parecia pequenos contos dourados. Entretanto, a modelagem é reta, justa e sem graça. Tipo assim, total Jennifer (contei que não gosto dela? Porque não gosto dela).
Julia Stiles de Amen Couture: Túnel do tempo veio dos anos 20? Eu gosto! O modelo cinza com brilho e decote redondo profundo parecia ter saído direto de uma versão longa dos vestidos de melindrosa! Já disse que amo a referência? Acho phyno.
Kaley Cuoco de Ramona Kaveiza: Para provar que nem sempre um vestido bonito funciona sozinho. O modelo vermelho, longo e rodado, é lindo e tudo mais, mas o scarpin vermelho de bico fino e o cabelo lisão com franja acabou deixando bem estranho. Barbie, é você?
Lea Michele de Valentino: Falando na Barbie, acho que Lea foi lá roubar um vestido da boneca que ama pink. Vai dizer que não? O modelo não tem novidades, simplesmente parece com vestido da Barbie. Vou repetir, porque é só isso que me vem a cabeça. Bem, isso e que descobri como funciona a cabeça do Valentino. Um pouco, pelo menos.
Nina Dobrev de Elie Saab: Com tantos vestidos lindos e maravilhosos das coleções de Elie Saab, Nina tinha logo que escolher o rosa minimalista tão boring? Já sei! Era pra jogar na cara de nós, reles mortais, sua silhueta finíssima. Enfim, não é feio, a transparência discreta até que é legal, mas tem melhores. 
Rose Byrne de Valentino: Achei meigo! O floral em pastel é bem sutil e clássico, e o brilho do tecido deu um pouco mais de destaque. Por mais que tenha opiniões controversas, eu realmente gosto dos babados verticais.
Zuleikha Robinson de Gustavo Cadile: Para fechar, o meu grande favorito! Modelo clássico de princesa, com saia hiper armada e busto ajustado com direito a plissados. O cabelo de Carly Rae Jepsen que poderia estar preso, um rabo de cavalo alto ficaria bem melhor e daria destaque para o maxi brinco. Mas né... Ok.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

27 de jan de 2013

Pesquisa de opinião!

Pessoinhas lindas que estão por aqui, quero conhecer vocês! Quero saber o que gostam no blog, o que não gostam, o que querem ver por aqui com mais frequência e o que está faltando para deixar o Poderosas & Girlies mais legal. Eu falo sobre muitos assuntos, mas sempre acho que está faltando algo #joananeurótica. A pesquisa é anônima, não precisa responder todas as perguntas (se não quiser, é só colocar ---), mas vou ficar muito, muito feliz se os formulários estiverem totalmente completos. Obrigada ♥
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

26 de jan de 2013

Sombra por Elena P. Melodia

My land #2
Com spoillers leves do anterior
No segundo capítulo da trilogia da escritora italiana Elena P. Melodia, que terá seu desfecho com o livro Luz, a trama segue, envolta por mistérios, a todo vapor. Logo nas primeiras páginas, Alma recobra a consciência no piso de madeira de uma papelaria. Incrédula, com a cabeça doendo, a protagonista depara-se, a seu lado, com o corpo morto do velho dono da loja. Não há dúvidas: trata-se da nona vítima dos Master, criaturas saídas de um mundo maléfico que lançam sua sombra sobre a cidade. A jovem não tem outra saída a não ser fugir. Morgan, o enigmático rapaz de olhos cor de violeta, o único que parecia compreendê-la, não está ao seu lado e seu paradeiro é desconhecido. Sem ele, a protagonista sente-se perdida. E questiona-se sobre quando foi a última vez que se sentiu feliz e como é possível que, aos 17 anos, nunca tenha se sentido atraída por alguém antes de Morgan. As respostas estão relacionadas à sua própria identidade e natureza. Alma não decifra a fotografia de uma menina absolutamente idêntica a ela e se pergunta: seria apenas uma sósia ou algo mais sinistro? Os mistérios não se encerram por aí. Morgan, seu confidente desaparecido, ressurge. Ele marca um encontro com a amiga num esconderijo subterrâneo debaixo de um velho aqueduto. Teria algo a ver com os assassinatos que ocorrem na cidade? Ou com as vozes na cabeça de Alma? O que a jovem não espera é que todos os mistérios ao redor, que a intrigam e amedrontam, são indícios de algo ainda mais surpreendente e que apontam para a própria origem de Alma e de seu amigo. 

Autora: Elena P. Melodia
Editora: Suma de Letras
ISBN: 9788581050003
Páginas: 340
Nota: 
Livros anteriores: Escuridão

Os comentários nunca foram muito encorajadores, as capas também não ajudavam. As chances nunca pareciam colaborar com a trilogia My land, de Elena P. Melodia, porém, desde o primeiro momento, me senti atraída pela história de Alma e seu caderno que prevê mortes. É uma sinopse diferente, um tipo de mistério que não se acha todo o dia. Quer dizer, tem uma espécie de lenda urbana com essa ideia, não? Eu adoro a premissa, adoro o potencial, e adoro que Elena conseguiu explorar até certo momento.

O segundo volume, Sombra, pode ser dividido em duas partes: o desenrolar e a explicação. Na primeira, o que se segue é continuação de todos os pontos abertos deixado pela autora em Escuridão: os assassinatos, o caso de Agatha, Morgan sendo misterioso, as pequenas investigações que a protagonista fazia e o rumo que aquilo tomava. Por mais que parecesse só uma continuação sem fim e sem propósito, onde os arcos só são estendidos e nada acrescentado, essa parte foi realmente bem escrita. Em alguns momentos chegava a dar medo, e mesmo assim, era impossível abandonar a leitura. 

Então chega no momento em que a autora decide que precisa responder as perguntas, inventar uma explicação para o dom "premoníaco" de Alma, de modo que não sobrecarregasse o último volume, Luz. É ai que tudo desanda. Se antes eu admirava o livro e Elena pela história inovadora e capacidade de assustar, o porquê por trás de tudo me fez rir. Demais. A explicação é mortalmente absurda e com fortes lados clichês. Não colou, não rolou, perdeu pontos aí. 

Alma não é a melhor protagonista que esse livro poderia ter, mas para todos os efeitos, ela não é ruim. Tem coragem de ir atrás dos crimes, e não tem problema em se meter em encrenca ao ir atrás de assassinos que, supostamente, fazem parte de uma seita macabra. Claro que um pouco mais de perspicácia não faria mal, mas qual protagonista de livro YA consegue enxergar o que está abaixo do seu nariz quando precisa? São poucas. 

Sombra tem muitos pontos positivos, mas um negativo que complica geral. Se o clima misterioso e sinistro que começou a série fosse mantido, esse sem dúvida seria um livro mais bem cotado, e daria uma vontade muito maior de ler o final da trilogia. Já comecei Luz, mas minhas expectativas caíram loucamente e não espero muita coisa. Não é uma série ruim, não é uma série maravilhosa, eu fico muito em cima do muro com ela. Se tiver a chance de ler, leia. Até metade do segundo livro é realmente boa. 
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

25 de jan de 2013

Playlist da quinzena #7

Mais um fim de semana chegando com uma playlist novinha e animadinha! Dá play:
Believe me - Ellie Goulding: Virei fã de Ellie, já contei? Toda música que escuto da cantora, acabo viciando e ouvindo até decorar a letra, a melodia, a ponte, a batida e só enfim enjoar. É calminha, mas tem um ritmo legal, um refrão mais animado e é super leve, já que a voz de Ellie é muito aguda.
Use your power - Tephy Marcondes feat Kanhanga: Se você vive no Brasil, já ouviu essa música de certeza. É trilha sonora da propaganda da Via Marte, gentes! haha Sempre que via o comercial ficava horas cantarolando o pequeno refrão, e então fui atrás da música e agora fico cantarolando ela inteira. Além de que a letra tem uma mensagem legal.
Summer paradise - Simple Plan feat Sean Kingston: Sabe, o título já entrega, Summer Paradise é perfeita para o verão! Animada, doce, chiclete, aquele pop rock voltado para o reggae. A participação do Sean Kingston é toque muito especial.
Young Folks - The Kooks: Sinceramente, não acompanhei o surto The Kooks. Ouvia todo mundo elogiando, conheci uma música, não gostei e nem procurei saber mais. Porém, me falaram muito bem de Young Folks, fui atrás e olha ela aqui, gentes! Ela é animada, gruda na cabeça e tem um jeitinho, bem, folk (saca o trocadilho). 
Money make her smile - Bruno Mars: Me deixe ser óbvia e indicar Bruno Mars! Das músicas do novo CD, essa é das minhas favoritas. É diferente do que ele já fez, foge das músicas apaixonadas e lentas e também não é como as apaixonadas agitadas. A batida é moderninha, adorei!
That kiss - The Couteeners: Parece uma música mais antiga, aquelas lentas dos anos 80, que mesmo assim, tem um ritmo legal e não é completamente calma. Vive em trilha sonora de seriados atuais, pode reparar que você já ouviu 28783 vezes por aí.
Time won't let me go - The Bravery: Já contei que estou apaixonada por The Bravery e indicando pra todo mundo, de desconhecidos do twitter até para os vizinhos (de uma forma indireta, obviamente). Aquele rock indie, com uma batida legal e música fácil de acompanhar. 
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

24 de jan de 2013

Pilotos favoritos!

Hey, não se iluda, não vou listar os pilotos de aviões mais... nem sei os critérios! Quero comentar os pilotos que realmente fazer parte do nosso dia a dia: de seriados! Na maioria das vezes, uma série inteira pode ser definida pelo seu episódio inicial, que introduz a história e apresenta personagens e plots. Pode ser que a série melhore depois de seu pilot (caso de Once upon a time, que teve um dos começos mais idiotas da vida) ou então regrida, o que é mais comum. Mas quer mesmo saber os melhores começos até hoje na minha humilde opinião?
Difícil achar pilot tão envolvente e revelador como foi Revenge. Não ficou morno por nenhum segundo: Começa com passagem de tempo que parecia estar carregado de spoiller (e estava, mas metade era truque) e volta para cinco meses antes e como aquilo começou. Logo no primeiro episódio, Emily/Amanda já mostra as garras e destrói uma pessoa da sua lista de vingança. Sem falar que as festas de alta sociedade são mais do que necessárias para mostrar o clima da série.
Já o piloto de Arrow foi meio confuso, muita história apresentada para quem nunca tinha ouvido nenhuma história do arqueiro verde. Entretanto, só pelo Oliver fazendo exercícios nas barras já valeu a pena (#piriguetagy). Enfim. Com poucos flashbacks do período em que passou na ilha, algumas cenas de ação incríveis e uma apresentação bem vazia dos personagens, o legal é ver que a série manteve o padrão. Até hoje não sei se a mãe do Oliver é uma boa pessoa ou não. 
Tá, até agora The Carrie Diaries só apresentou o piloto (quando esse post foi escrito, quero dizer), mas é a ideia, não? O primeiro episódio de The Carrie Diaries foi ÓTEMO! Não só pelo figurino mortalmente dyvo (pelo Eric Daman, óbvio), mas por todo o universo que apresentou. Carrie adolescente é excelente, bancando a adulta em Nova York? Melhor ainda! Não vejo um futuro pra série de modo que não se joguem em clichês, mas tá valendo. É uma boa substituição para Gossip Girl na segunda (pelo menos, o melhor jeito que algo pode substituir GG. O que não pode, deixamos claro) e lembra demais Jane by design, que partiu meu coração ao ser cancelada. 
E falando em Gossip Girl, como citar o pilot que fez história? Foi toda a essência da série em 42 minutos, que assim como Revenge, não teve calma por um minuto. Serena volta para Nova York, sai com Dan, Blair descobre sobre a melhor amiga e Nate, se junta com Chuck para destruição, o qual agarra Jenny a força e sai no soco com Dan. Esqueci alguma coisa? Provavelmente. E isso tudo com roupas maravilhosas e festa phyna do Upper East Side. Depois as pessoas não sabem porque considero essa a melhor série do mundo!
Sabe quando o piloto é tão bom que você perde fé na série, porque acha que o ápice da comédia foi alí? Esse foi meu sentimento inicial com Go on. Não assistia Friends, então meu primeiro contato com Mathew Perry foi aí. No episódio, não tem como não morrer rindo de Ryan promovendo uma competição entre os colegues do grupo de apoio para ver quem era o mais sofredor. Pode parecer um pouco depressivo (é na verdade), mas foi uma das raras ocasiões que chorei rindo olhando uma série.
E para fechar, nada mais óbvio do que Pretty Little Liars na lista! A série já começou pegando fogo, e dando foco em Aria. A personagem volta da Europa, conhece Ezra, descobre que é seu professor e que o romance é proibido. As outras Liars tem vez, e os problemas que -A vai começar a atormentar também. Além disso, o corpo de Alison é encontrado e Emily, Hanna, Aria e Spencer retomam a amizade. É legal rever pra procurar pontas soltas. Alguém pode me explicar o que Ezra estava fazendo no enterro?
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

23 de jan de 2013

As botas de 2013!

2013 começou e as tendências mais fortes para o ano já começaram a surgir por aí. E parece que a influência masculina continua com tudo, principalmente em termos de calçados. Depois de adicionar os mocassins e slippers nas listas de queridinhos e deixar a boa e velha sapatilha tradicional descansar por algumas temporadas, o inspired se voltou para as botas, e trouxe lá da era vitoriana, as Chelsea Boots.
O forte delas foram os anos 60, que, com a "ajuda" dos Beatles, se tornou hit na Inglaterra pop e modernista. Como a ideia inicial era uma bota para montaria, ela é aquele modelo básico que preza o conforto: flat, cano curto e reto, e com elástico na lateral. Como é o sapato it de 2013, já esteve em editorial da Teen Vogue, dos pés de Alexa Chung, e ficou um pouco diferente da clássica Chelsea Boot.
Agora, no lugar do preto, entram outras cores - mais fortes e vivas. Também tem espaço para estampadas, como animal print ou liberty. As metalizadas unem duas tendências, e tem de vários níveis de brilho: do material mais opaco até o glitter puro. Não dá para esquecer as aplicações de spikes e outras pedras pequenas, que também fazem a diferença nos modelos. As versões mais modernas não tem o elástico lateral (thanks God, porque é muito feio), ou então vem em outras cores: do preto básico ou fluor trend.
É uma bota em sua forma mais básica. Chega a ser mais fácil combinar Chelsea Boots do que All Star preto. Vai com o jeans do dia a dia, ou com vestido e saia, como as garotas lindas e ricas do lookbook.nu não cansam de mostrar. Para deixar mais feminino, tem quem use com meia soquete e deixe aparecendo só uma parte (como a Emily - garota do meio na foto acima). Além disso, não dá para esquecer do truque de styling e, se optar por um modelo preto, combinar a cor com calça/legging/meia calça e alongar a silhueta.
Não acho que seja o modelo mais lindo do mundo (não abro mão da ankle boot country), mas as versões sem elástico até que dá para usar tranquilo. Por enquanto o posto de bota para noite ainda é da wedge, mas Chelsea boots tem uma cara tão versátil que logo logo invade tudo, com seus saltos altos pesadões. Tem grifada e fast fashion, é só escolher. Se bem que com esse calor... Nos falamos em abril!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

22 de jan de 2013

|Resultado| Sorteio: A culpa é das estrelas

Como eu falei na resenha (que você pode ler aqui), A culpa é das estrelas é leitura obrigatória, linda, maravilhosa, emocionante, bla bla bla, leia lá (rymou!). Então, nada mais justo, que sortear um exemplar pra vocês - não posso mandar Augustus para todo mundo, mas alguém terá a sorte grande. O sorteio vai até dia 22/02 e resultado dia 23/02. Boa sorte!

Resultado!

O vencedor da promoção está no widget do sorteio. Parabéns, Aline Aparecida Malaman! Envie um email para poderosas.e.femininas@hotmail.com com seus dados até o dia 26/02, caso contrário o sorteio será refeito. Importante: espere um email de confirmação ou entre em contato pelo twitter/facebook pra ver se o email chegou, ok?
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

21 de jan de 2013

Cabelos mais legais da vida!

Você pode bancar a bondosa e inofensiva, mas eu sei que, pelo menos por alguns minutos, você já invejou o cabelo alheio. É natural quando você vê um cabelo legal, imaginar como a vida seria mais colorida se ele fosse seu. Completamente comum, gentes, não precisa se culpar! E parece que na televisão (quase) todo mundo tem madeixas incríveis, não? Com essa ideia, selecionei os cabelos favoritos das celebs, separados por tom. Se você sair da frente do computador direto para o salão, pfvr, não me culpe, provavelmente eu fui também!
Loiras: Quando não é natural, pode ser problema. Não combina com todos os tons de pele (ou tem contraste muito estranho ou fica apagado), raiz aparente fica feio e pode até que a tinta não fique como na foto da caixa. Mas quando é natural? YEP, é lindo! Na fase cabelo comprido, Ashley Benson realmente arrasava, sempre com os fios bem leves e lisos. Bridgit Mendler anda fazendo a california girl, com fios bem desconexos, repicados e com franja, com resultado bem natural. Lauren Conrad é ícone quando o assunto é cabelo, sempre com as mechas muito hidratadas e brilhantes, por mais loucuras que faça vez ou outra. E Blake Lively dispensa comentário, não? Os fios normalmente estão com uma textura mais podrinha,  com raiz lisa e as pontas de todos os jeitos possíveis. 
Morenas: Hey, time! Grande parte da população mundial é morena, e quando você também é, parece um pouco sem graça. Mas, obviamente, existem cabelos que se destacam. Lucy Hale adora fazer a moderna, e amei quando estava com os fios mais curtos, num Chanel longo que é trend. O mais legal desse corte é que, se o fio está hidratado, não precisa de chapinha ou babyliss para um efeito legal - o ondulado louco de todo dia tem um feeling it das garotas legais do lookbook. Vou cortar, beigos! Zooey Deschanel, que é mortalmente fofa e vive na década errada, tem o cabelo cacheado bem comprido e cheio, com franja reta, que super combina com o guarda roupa meigo e feminino dela. Troian Bellisario tem um dos cabelos mais lindos de todos os tempos - seja liso, seja cacheado, seja ondulado, curto ou comprido. O detalhe é que os fios brilham demais, nem dá pra falar do corte basicão. E Sarah Habel vive na base do babyliss e bobes, mas quem reclama? Os cachos estão sempre fechados e no lugar, dá pra ver que são fabricados, porém o resultado é tão lindo... Dá trabalho manter, mas pra quem tem paciência e não sofre de cabelo muito oleoso por ter que usar quilos diários de pomada e spray...
Ruivas: Invejinha mode on. É tão raro ver gente ruiva natural, em um tom de laranja vivo a la Weasley! *-* Emma Stone vive trocando a cor de cabelo, e fica bem em todas, e fica difícil escolher o melhor momento. Quando ruivo, estava ótimo - combinou com ela e ficou bem natural! Bella Thorne mantem o corte clássico e longo, com franja lateral e procura deixar mais natural, sem muita chapinha. Holland Roden tem os fios puxado para dourado, e os fios estão quase sempre em cachos cheios e bem definidos, com ar retrô. Marina Ruy Barbosa causando inveja durante as novelas da Globo since sempre. Liso, cacheado, ondulado... Não sei como até hoje não fez propaganda de shampoo (que é um dos sonhos da vida dela!).
Ombré: Ok, sei que ombré não é uma cor, e sim uma mecha, mas gente, é queridinho oficial do mundo, tinha que ter se espaço na minha lista. Detalhe importante é que, pode reparar, nos melhores casos o ombré está em fios, no minimo, ondulados. Não combina com cabelo liso e certinho. Lea Michele ficou muito melhor desde que clareou as pontas, bem de leve, e como ultimamente só usa os fios cacheados, ficou ótimo. Morro com o cabelo de Rachel Bilson desde que comecei assistir Hart of Dixie. O degradê começa da altura dos olhos, e como ela tem pouco cabelo e bem fininho, o solto tem bastante movimento e fica bem natural e sem volume. Não acho que Alexa Chung seja tão it girl quando acusam, mas seu cabelo é lindo demais! Pela altura do ombro, com franja fina, ondulado natural e com as pontas claras (o sonho da minha vida é ter o cabelo dela - um deles, pelo menos. Dos sonhos fúteis, eu digo). Michele Ang tem o cabelo super longo, e o jeito é bem variado. Tem vezes que está super liso, outros bem cacheado e tem bad hair day aloka. 
Feios: Porque invejar cabelo alheio é natural e falar mal faz parte. Afinal, tem cada um nesse mundo que francamente! Mari Moon pintou de todas as cores possíveis, e banca a descolada quando os fios são secos e espetados. Sempre falei e volto a repetir: Jessica Szohr participou do seriado mais fashion da vida, com um figurino loucamente ryco, mas nunca tiveram dinheiro para pagar uma hidratação intensiva. Prioridades, gente, prioridades. Miley Cyrus virou hibrido de Ana Maria Braga com Pink (palavras de @poneiponei) e Rihanna faz a gente se abster de comentários.
Esqueci alguém?
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

18 de jan de 2013

Os melhores vilões dos seriados!

Já contei que sou team do mal (acabei de criar, releve), né? Protagonistas bonzinhos não me cativam tanto quanto os que tocam o terror na vida, e acho que isso é meio geral, não? Afinal, você pode até torcer pelo mocinho, mas precisa concordar que qualquer trama fica muito mais divertida se tem alguém para complicar. Então, resolvi aproveitar que assisto 29387 séries (só 31, na verdade), e escolhi os melhores vilões de todos os tempos. 
Katherine Petrova - The Vampire Diaries
O que seria de TVD sem Katherine, meu povo? Ok, ela não aparece muito, mas quando dá o ar da graça, tudo vira de cabeça para baixo. Ela é sarcástica, má, mata sem dó nem piedade e é a veia cômica da série. Sonho com o momento em que os roteiristas desenterrem ela (não literalmente, gente) e shippem logo com Damon. 
-A - Pretty Little Liars
Calma, o único spoiller que pode conter aqui são ideias minhas sobre a formação do -A Team. Já são três temporadas de personagens atormentadas por esse grupo indefinido (ok, quase indefinido) e o que não faltam são perguntas, pontas soltas e muita coisa sem sentido por aí. Quero muito que, no final, se descubra que Aria e Erza eram -A o tempo todo. Só eu não vou com a cara de bonzinho de professor? Não mais, pelo menos.
Georgina Sparks - Gossip Girl
OMG, saudades, Georgina! A vilã mais divertida de todos os tempos, que só teve êxito mesmo ao complicar a vida de Serena na primeira temporada - o resto foi bobagem. As melhores piadas, os maiores non sense moments, Georgina era incrível! Ok, ela não foi uma blogueira muito boa, nem fez grandes reviravoltas no Upper East Side, mas sério gente, é Georgina. Além de que o Dan mereceu ser atormentado levemente por ela todos esses anos.
Regina / Evil Queen - Once Upon a Time
No mundo dos contos de fada, não existiria lista de vilões sem a Rainha Má. No mundo dos seriados, não existe lista de vilões sem Regina. Eu gosto dela, de verdade (desde que não esteja arrancando e esmagando coração de personagens queridos). A série criou toda uma história nova para a vilã, em que a maldade é justificada e ela tem um lado bondoso. Sem falar que seu relacionamento com Henry, o filho/bisneto, é coisa mais bonitinha da vida! 
Walkers - The Walking Dead
Provavelmente se eu fizesse a pergunta para vocês, a grande maioria iria responder que o vilão de TWD é o Governador, ou então, Merle. Mas não, meus vilões amados da série são os walkers. Saca a magia disso: eles são vivos e mortos ao mesmo tempo! Eu sei que nem todo mundo admira zumbis como merecem, então vou terminar esse comentário na linguagem deles: RRRRR RRRR RRR! RRRRR RRRRRR RRRR RR ♥
Victoria Grayson - Revenge
Vilões tão com cara de vilões como Victoria são raros em seriados. É claro, Revenge tem uma pegada novela que, meldels, é Avenida Brasil semanal e sem falhas absurdas. Victoria é manipuladora, extremamente rica e não tem problema em pisar em ninguém que cruze o seu caminho - ou de seus preciosos filhos. É uma das poucas vilãs que mais faz torcer pelo lado bom. Se bem que Amanda/Emily não é nenhuma santa. Ela é dumal também!
Sadie - Awkward
E, para fechar, uma vilã de high school tradicional. Quer dizer... O que mais gosto em Awkward é que eles não ficaram presos ao esteriótipo de magra, loira e olhos azuis para a capitã das cheerleaders - e lá está Sadie, com seus quilos a mais, cabelo escuro e muita maldade. Ela adora transformar a vida de todo mundo um inferno, com sua língua afiada e posição privilegiada na hierarquia escolar. Mas ela tem um lado bonzinho. Raro, escondido, mas legal(zinho).
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa