31 de ago de 2012

Maçãs Envenenadas por Lily Archer

Maçãs Envenenadas
O que Alice Bingley-Beckerman, Reena Paruchuri e Molly Miller têm em comum é que todas são enteadas de madrastas horríveis, perversas e cruéis.E nenhuma delas vive feliz com essa situação. Embora pareça improvavel que sejam amigas, esse problema em comum poderá provar o contrário. Para impedir que os pais continuem enganados com as escolhas amorosas, as meninas se transformarão nas "MAÇAS ENVENENADAS'.

Autora: Lily Archer
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501093868
Páginas: 320
Nota: 

Você pensa que vai dar uma pausa das readaptações de contos de fada e logo surgem novos filmes estrelados por ninguém menos que Angelina Jolie e Emma Watson. Pelo menos, chegou de Brancas de Neve (a overdose que eu comentei aqui), deixe essas princesas terem seu momento na literatura. Ou, ao menos, as adaptações dessas princesas, sem títulos da realeza. Garotas como você e eu. Só que alguns problemas mais Irmãos Grimm feelings. 

Em Maçãs Envenenadas, encontramos três Brancas de Neve muito diferentes entre si. A nova iorquina Alice é tímida, introvertida. A californiana Reena é popular, descolada. Molly mora no interior, é uma grande nerd apaixonada pelo Oxford English Dictionary. Nada em comum. A não ser a madrasta má e manipuladora, e o internato. O livro não tem toda aquela malicia a la Cecily von Ziegesar por se passar em um internato, mas também não é daquela fofura ingenua típica de contos de fada. É uma mistura bem equilibrada;

Eu gosto de internatos (lendo, sabe, observando de longe), acho que as histórias conseguem ser muito bem desenvolvidas, as personagens tem uma certa liberdade que permite algumas imprudências divertidas, e ousadias. Em outras palavras, no internato as personagens agem mais, batalham mais, e fazem menos mimimi. Além de que toda a fase de readaptação sempre rende tiradas engraçadas.

Como Lily optou por escrever em primeira pessoa todos os três pontos de vista, ficou um pouco estranho diferencias as garotas. Tá, você sabe quem é que narra pelo título do capitulo, porém em modo de escrever/falar, elas são muito parecidas. A que mais se diferencia é Molly, com sua obsessão por palavras, mas mesmo assim tem tiradas sarcásticas e divertidas que também são características dos capítulos de Reena e Alice. Adorei a narrativa, mas nesse quesito, poderia cair bem um narrador observador.

Maçãs Envenenadas é o nome do grupo de apoio que elas criam para se livrarem das madrastas perversas. Ótimo, elas tem atitude e sabem ir atrás de seus objetivos. ROCKS. Entretanto, é um YA voltado para um público mais infanto juvenil, não fica legal unir todas as madrastas e mandar para um corredor polonês (#soudessas). Então, não gostei do final, preferia mais ação - ou o que se pode ter de ação num livro do gênero.

Bonitinho, fofinho, divertido e bem engraçado, Maçãs Envenenadas entra pra lista de livros meigos para curar a fossa de um Jogos Vorazes da vida literatura. Eu adorei com alguns poréns, é uma leitura rápida, gostosa e não muito marcante. Não sei se agradaria todo mundo, mas se for seu estilo, leia!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

RESULTADO: Bem mais perto

Eu sei que o resultado estava marcado para ontem, é o destino interferindo por meio de notebook com botão de power automático e independente para rolar esses atrasos. Mas ok, eu venço os obstáculos (certo, atleta)! Sem enrolação, quem ganhou o kit de Bem mais perto (Resenha) foi...
Sabrina Rodrigues de Sousa
Parabéns, Sabrina! Vocês tem até as 15h de terça-feira, 4, para enviar seu endereço completo para poderosas.e.femininas@hotmail.com ou por aqui. Quem não ganhou, continue participando com os dedos cruzados. Tem algumas promoções no ar e outras vindo por aí...
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

29 de ago de 2012

Óculos, Aparelho e Rock’n'roll por Meg Haston

Óculos, aparelho e rock'n'roll
Super-rigorosa e cheia de estilo, Kacey Simon dita as tendências na escola Marquette. Ela anda com as garotas mais bonitas e populares e tem seu próprio programa de TV no canal do colégio, dando conselhos e explicando para seus colegas a verdade nua e crua - quer eles queiram ouvir, quer não. Mas então uma infecção ocular e uma visita ao dentista deixam Kacey com óculos fundo de garrafa, a boca cheia de metal e... a língua prefa. Rejeitada pelos amigos populares, ela despenca da pirâmide social de forma tão dramática que fica difícil enxergar o topo, mesmo com aquelas duas lentes de aumento no rosto. Sem ter mais a quem recorrer, Kacey começa a andar com uma vizinha nerd e um garoto que leva a vida num ritmo próprio - na verdade, no ritmo do baterista de sua banda. Ele a quer como sua vocalista, mas ela está decidida a recuperar seu trono. Será que Kacey vai alcançar o topo novamente? Ou vai descobrir que chegar ao fundo do poço meio que é... o máximo? Nesse divertidíssimo romance, Meg Haston conta a história de uma garota malvada que, com um bom par de óculos, passa a enxergar melhor não só as coisas, mas também a vida.

Autora: Meg Haston
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580572247
Páginas: 304 
Nota: 

Eu sou uma garota fofa. Você já sabe disso, é só olhar o layout rosinha com poá, espalhando purpurinas de meiguisse! E, como quase tudo no meu mundo, reflete no meu gosto literário. Livros ditos como cute fazem parte da minha estante, sempre. Sou atraída pela capa, dou chance para a sinopse, e quando eu vejo, ele está na minha mão esperando para ser lido. É mais forte que eu. Óculos, aparelho e rock'n'roll tem tudo isso e mais um pouco: um título curioso e divertido, uma capa doce mas com atitude, e uma sinopse clichê, mas encantadora. Garotas meigas gostam de clichês.

90% da minha estante tem como cenário high school, ou simplesmente escolas americanas. Quando não tem sobrenatural, as histórias acabam ficando muito parecidas, sendo estruturadas quase que sempre pela pirâmide social da escola. Esse livro não é diferente, mas é o lado contrário da pirâmide que a gente tanto já leu. Kacey está no topo. No auge dos seus 13 anos, sua vida é perfeita. As melhores amigas, os melhores convites, o colégio a seus pés. Tudo isso só por ser sincera. E estilosa, claro. Até tudo dar errado, e ela se tornar tudo que sempre criticou: uma quatro olhos com sorriso metálico e língua prefa. Óculos, aparelho e rock'n'roll é um livro sobre amadurecimento, bullying e, bem, um pouco de karma.

Não é como se a protagonista fosse uma vilã. Na verdade, se for comparar com outros casos de bullying na literatura, e até mesmo na vida real, é bem pequeno e talvez nem mereça esse título. Kacey não faz piadas de mal gosto com os outros por pura diversão, ela fala a verdade sem poupar palavras ou corações, simplesmente por achar que está fazendo bem para a pessoa. Ela ganhou um programa na televisão do colégio para isso, quando responde perguntas enviadas pelos outros alunos pedindo sua ajuda. Suas amigas apoiam suas opiniões malvadas, mas é só ela ir para o fundo do poço para perceber que não pode contar com ninguém. Ninguém maif quer fer amiga de Kafey Fimon.

Entretanto, não pense que o livro segue uma linha mais dramática. Capaz, muito longe disso. Meg é divertida desde a primeira página, arranca sorrisos e algumas risadas do leitor com as confusões da protagonista. Kacey que, sim, é muito dramática - mas quem não gosta de bancar a drama queen de vez em quando? A sinceridade e insensibilidade da protagonista geram ótimas tiradas do livro, principalmente quando a gente percebe que ela não repara que seu comentário foi cruel. 

Os personagens secundários são quase tão interessantes e bem formados quanto Kacey. Suas "melhores amigas" e todo grupo popular que ela adora fazer parte não passam de um bando de garotos egocêntricos e falsos, mas que a autora conseguiu caracterizar bem, mostrando o lado ruim dos personagens mascarado com os bons sentimentos que Kacey nutre por eles. Você ama e os odeia ao mesmo tempo, depende de que lado quer ver a história, o de mero observador ou da narradora que ama aquele mundo. Já Paige e Zander, que ela começa a andar quando não é mais popular, são aqueles personagens que você vira fã de primeira. Ótimos!

Eu esperava gostar e adorei. Óculos, aparelhos e rock'n'roll é aquele típico livro fofo que você precisa ter para depois de um drama, ou simplesmente quando está cansada de tudo que está na estante. É divertido, engraçado, meigo, cheio de clichês bobinhos, que você lê em uma tarde e depois sente falta dos personagens tão reais... Recomendo!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

Olá minimalismo, olá blazer branco!

A moda precisa agradar a todos, sempre. Se você não combina - ou não gosta - de certa peça it da temporada, sempre deve ter outra tendência que se adapte mais ao seu estilo. Algumas nem chegam a ser destaques da temporada, podem simplesmente ser clássicos coringas. Você não gosta de bico fino (oi? eu?)? Bicos redondos estão sempre ai. Não gosta da ostentação peruete do color blocking? Total white é tema de inúmeros editoriais. Se você não gosta de peças chamativas e baphonicas, o minimalismo é tudo (ou nada, né) que você poderia pedir. E me vê junto um blazer branco, por favor.
O blazer é mais uma daquelas peças que fizeram fama ao ser incorporadas no guarda roupa feminino. Alfaiataria sofisticada de sempre. Embora transmita um forte feeling Chanel, quem realmente os consagrou foi Yves Saint Laurent, tornando os blazer brancos ícones dos anos 80. Desde então, nunca mais saíram de moda. Hoje é queridinho do lookbook, dos it nomes da moda (as editoras de revistas gringas abusam!), e tem suas aparições em figurinos de celebs pelo mundo todo. Repito: CLÁSSICOS.
Pretos são pretos, coringas comuns e eternos. Coloridos são mais suscetíveis a tendências, podem funcionar hoje e daqui a três meses ficarem escondidos no fundo do armário. Já o branco é diferente. Ele é atemporal, diferente das versões color, mas tem uma irreverencia que o preto não tem. Branco é mais leve embora seja de lã. Abre mais o look. No meio de inverno, quando estão todos encolhidos contra o frio, de preto numa esperança de absorver mais calor do sol, o blazer branco se destaca - e de um jeito mais sofisticado que o combo Gucci de roxo+laranja+verde.
Seu uso não tem nenhuma restrição. Pode fazer um look branco total ou jogá-lo com um vestido estampado e sapato colorido. Aproveite que blazer branco combina com tudo e abuse de outras tendências do momento, mais chamativas. Como os tons neon parecem estar de volta, uma saia ou camisa da cor pode ser uma boa pedida. Calças estampadas também são queridinhas da temporada. Prefere o básico? Vá de jeans, ora.
Acho lindo nos outros, très chic, totalmente sofisticado, mas não sei se usaria. Provavelmente não, sou mais versão blazer estruturado em rosa queimado (sou perua, vc sabe). De qualquer modo, se você gosta deve usar com certeza. Vai do trabalho ao happy hour, depende só do que você usar junto.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa 

27 de ago de 2012

A vida é uma festa por Sarah Mason

A vida é uma festa

Para Izzy Serranti, uma inglesa de 26 anos, A Vida É uma Festa - literalmente. Ela trabalha como promoter, dando um duro danado para fazer com que todo mundo se divirta. Porém, enquanto organiza festas e eventos, Izzy tenta a sorte na busca por sua alma gêmea. Mas as coisas não andam nada fáceis... e só vão piorar quando o fantasma de Simon Monkwell - seu pior inimigo de infância, responsável por tornar o seu dia-a-dia insuportável - voltar a lhe assombrar. Quer dizer, Simon ainda está vivo... mas bem que Izzy gostaria de que ele já estivesse morto e enterrado! Então, recapitulando, para Izzy Serranti, A Vida É uma Festa - desde que Simon Monkwell não seja um dos convidados, é claro! Neste novo romance, o bom-humor e a fluência da narrativa confirmam que Sarah Mason - responsável pelo premiado Um Amor de Detetive - veio mesmo para ficar. Mas o tempo se passou e o brutamontes de 13 anos se transformou num respeitado empresário. Izzy, no entanto, está convencida de que Simon Monkwell ainda é o mesmo grosseirão de 15 anos atrás. É por isso que tem de enfrentar os mais conflitantes sentimentos quando Monty, o pai de Simon, pede que ela o ajude a organizar uma grande festa: um baile de caridade na fazenda Monkwell. Ela acaba aceitando - afinal, é uma causa nobre e o que passou, passou. Melhor ainda: Simon está bem longe, fora do país, numa viagem de negócios aos Estados Unidos. Ou não? Quase sem querer, Izzy volta a ser seduzida por essa excêntrica família e começa a perceber que suas traumáticas lembranças dos tempos de criança podem não estar totalmente de acordo com o que ela imaginava...

Autora: Sarah Mason
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528611601
Páginas: 294
Nota: 

Sempre tive curiosidade de ler Sarah Mason. Ao lado de Sophie Kinsella e Marian Keyes, a consideram uma das maiores escritoras de chick lit do momento. Além de que suas capas são lindas e muito coloridas. Então eu tive oportunidade de ler A vida é uma festa, com capa extremamente rosa, sinopse clássica do gênero, cheio de clichês, que deixa você gargalhando empolgadamente.

Você já viu essa história em algum lugar, imagino. A garota que sofria bullying na infância, sonha no momento que reverá o bullie e poderá se vingar, ou simplesmente dar tapas de luva consecutivos. Básico. Seguindo toda a ideia que um chick lit representa, nem preciso continuar narrando pra você imaginar o que acontece. Previsível? Talvez, mas cheio de partes surpreendentes. O fato de que Simon, o cara em questão, seja um empresário milionário com fama de implacável também é algo conhecido. Só eu reparei uma boa semelhança com Do seu lado? Só que, bem, o rumo é um pouquinho diferente.

Izzy é toda atrapalhada, sempre se metendo em confusões e piorando ainda mais sua situação. Seu senso de humor é ótimo, o que conta muito para um livro narrado em primeira pessoa. A personagem tem um ímã para momentos inusitados, acha que Corneto resolve qualquer problema e não sabe a hora de ficar quieta. Izzy é real e divertida, é impossível não gostar dela.

No geral, todos os personagens secundários são muito bem formados. Tia Winnie é extremamente sincera, o que cria situações muito engraçadas e de vergonha alheia. O melhor amigo da protagonista, Dom, é outro divertido, companheiro e sem papas na língua. Na verdade, sinceridade é algo que define muito os personagens da trama, nenhum poupa palavras ou o sentimento dos outros. Quer dizer... Talvez Simon - adulto - é o que se escape da regra, misterioso e com um ótimo sorriso sedutor. Não que Izzy se apaixone por ele. É claro que não. Olhe para o passado dos dois! Ninguém deve se apaixonar por alguém que a atormentou por anos... Né?

Desde que eu parei de esperar que as autoras de chick lit sejam como Sophie Kinsella, as leituras ficaram muito melhores. Sarah escreve muito bem, tem piadas excelentes e nos momentos certos, criou personagens sinceros e incríveis, sem tato nenhum e no mesmo momento, sensíveis. Amei! A vida é uma festa é divertido, fofo, com algumas surpresas e muitas festas. Recomendo! 
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

RESULTADO: Branca de Neve e o Caçador

E tem mais promoção chegando ao final, ou seja, mais alguma pessoa aumentando a estante. Quer saber quem foi?
Cinthia Oshiro
Parabéns, Cinthia! Vocês tem até as 15h de quinta, 30, para enviar seu endereço completo para poderosas.e.femininas@hotmail.com ou por aqui. Quem não tirou a sorte grande dessa vez, continue participando e torcendo. Logo logo tem promoção nova e linda por aqui (além das que já estão no ar).
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

26 de ago de 2012

Essa Semana #48

Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura.

Vem comigo na minha semana literária...


♥ Leitura do momento:
Óculos, aparelho e rock n' roll - Meg Haston

♥ Li essa semana:
Candy - Sarra Manning
Predestinados - Josephine Angelini
A vida é uma festa - Sarah Mason
Maças Envenenadas: Lily Archer

 Resenhei essa semana:
Irina por Sarra Manning
Amada Imortal por Cate Tiernan
Candy por Sarra Manning
Predestinados por Josephine Angelini

♥ Super Posts:
TOP 5: Favoritos de Blake Lively!
Os vestidos de Bella Thorne!

 Ultima Compra: 
 Lápis de cor.

 Desejo Comprar Urgentemente:

Ainda preciso comprar sapatilhas...

Conversa imaginária com personagem fictício:
"Helen, vai ser modelo e para de me dar sono!
"

Eu falaria para o autor:  

"Sarra, continuação para fashionistas, né?"

 Estado de Espirito Literário:
Animada!

Literary Crush: 

Alfie!

♥ Feito da Semana: 
Fiquei mais velha (não que seja um feito, já que é algo inevitável, mas ok).

♥Queria ver no Brasil:
Como já já é lançamento de Cidade dos Anjos Caídos (*---------*), vale pedir logo City of Lost Souls, afinal, esperar por continuações de Cassandra Clare é torturante demais.

♥ Im in mood for... (gênero literário do momento):
YA

Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio):
Cuco, O começo do adeus, Charlotte Street, O Reino (e seus kits muy guapos).

Super Quote:

"Eu nunca estive na Inglaterra, mas sei que vou amar. Acima de tudo, todo mundo lá fala com sotaque britânico. E eu amo sotaque britânico. Também imagino que todo mundo na Inglaterra leia livros, tome chá, recite poesias e coma maçãs. Oh, eles também têm seus próprios cavalos. E andam com pequenos guarda-chuvas brancos. E jogam criquete.
Maças Envenenadas - Lily Archer - Página 49
 Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):
Never gonna leave this bed - Maroon 5

Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

25 de ago de 2012

Predestinados por Josephine Angelini

Predestinados - Predestinados #1

Helen Hamilton passou a vida inteira tentando disfarçar o fato de que é uma garota diferente, mas agora, aos dezesseis anos, isso está cada vez mais difícil. Não apenas por causa de sua força sobre-humana ou porque às vezes, sem motivo aparente, pessoas estranhas simplesmente a atacam, mas também porque ela teme que seu juízo esteja seriamente comprometido. Pesadelos recorrentes com uma estranha viagem pelo deserto e a visão de três mulheres derramando lágrimas de sangue a tem atormentado noite e dia. Ao mesmo tempo, um impulso inexplicável, incontrolável, passa a dominar seus pensamentos: Helen quer matar Lucas, um dos rapazes da glamorosa e misteriosa família Delos. À medida que descobre mais sobre sua verdadeira origem, ela percebe que a relação dos dois está submetida não só à sua vontade, mas a forças e tradições ancestrais. 

Autora: Josephine Angelini
Editora: Íntrinseca
ISBN: 9788580572209
Páginas: 313
Nota: 

Nunca fui fã de história (#boriiiing), mas desde que conheci Rick Riordan e sua forma legal de abordar mitologia grega, abri novos olhos para essas lendas. De repente, conhecer as histórias da Grécia, os deuses antigos, os poderes do monte Olimpo... Foi divertido e eu amei a experiencia. Entretanto, esse era uma coisa exclusiva de Rick e seus livros de aventura. Quando apareceu o elogiado Predestinados, com sua linda capa e sinopse que anunciava um romance misturado à mitologia, minhas expectativas foram a mil e eu cai de cabeça. É, eu cai.

A história grega apresentada não é exatamente igual ao universo de Percy Jackson. Predestinados está mais para uma releitura de Odisseia e Ilíada, de Homero, com poderosos Descendentes dos deuses gregos, mas dando mais enfoque para o episódio de Helena de Troia. Sabendo essa parte da história, você conhece o cenário histórico do livro - passando para século XXI e conhecendo Helen, a garota perfeita que não sabe de nada.

Não gosto de protagonistas perfeitas, sempre acaba sendo muito FFF (falso, fictício e forçado, sacou? hehehe). Helen é educada, inteligente, linda, talentosa, e todas as qualidades que você pode pensar (exceto desenvoltura e carisma). Uma coisa que não entendi foi que considerando que, nos EUA, popularidade é uma coisa muito relativa a ser bonito e ter habilidades especiais, então por que Helen, ás da corrida e rosto mais bonito do mundo (sem exagero), faz parte dos excluídos? Já que ela está desperdiçando sua óbvia grande carreira como modelo, por que não estar no topo da piramide social? Fala sério.

O romance promete. Promete mesmo, já cumprir é outra história. Sabe, Nora não foi fã de Patch a primeira vista, e Clary também não caiu de amores por Jace depois de se encararem. Quando Helen e Lucas se veem pela primeira vez, sentem um ódio mutuo e tentam se matar, OMG, amei, isso é original! Depois, de um minuto para o outro, eles já se amam, não podem viver sem o outro, blablabla clichê. E nem para ser um romance emocionante. Nunca vi casal mais morno na literatura. Não, não estou falando que Josephine deveria dar uma de E. L. James, mas tipo, eles tem 17 anos, supostamente namoram... Um relacionamento baseado unicamente em ficar de mãos dadas enquanto trocam juras de amor eterno na frente da lua? Faça-me o favor. Desculpa, mas a justificativa não me convenceu. Passou bem longe.

Então tá, justificativas... Desde as primeiras páginas, Josephine foi acumulando perguntas, já que tendo somente base pelas aventuras olimpianas de Rick Riordan, você pode ficar bem perdida na mitologia de Predestinados. Ela vai soltando as respostas aos poucos, deixando muitos pontos em abertos e falhas bem claras de lógica. Teve alguns momentos que senti como se a autora quisesse bombar, surpreender e agonizar. Como depois de muitas aventuras com Cassandra Clare eu já fiquei bem preparada, até mesmo acostumada, toda vez que Josephine começava com "dorme com essa agora, leitor", eu estava mais para "já dormi, querida!". 

O livro tem seus pontos positivos, calma. O central da história é mesmo o romance, mas as cenas de ação que tem são bem interessantes. A família de Lucas proporciona boas cenas, assim como a melhor amiga de Helen, Claire, com suas ótimas tiradas. A autora escreve de um jeito fluido, prende o leitor mesmo que a história não seja tão boa e a protagonista seja um saco. 

Alguns acertos, muitos erros. Predestinados tem uma capa linda, e sua sinopse engana bem. Muita gente amou, infelizmente não foi meu caso. Ter expectativas altas e logo de cara me deparar com alguém tão extremamente sem graça como Helen não deu muito certo. Se eu continuar a série, será mais por causa dos personagens secundários, esses sim, inteligentes e bem desenvolvidos. Se você gostar, leia, mas não vá com muita sede ao copo.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

Os vestidos de Bella Thorne!

Depois de encontrar as cinco melhores peças no guarda roupa de Blake Lively, entrei na onda de dessecar o guarda roupa das celebridades. É divertido! Mas para não deixar muito parecido com o outro post, fui para outra parte do closet de it. Nunca fui fã de Bella Thorne, já que quando seu seriado estreou na Disney foi a época que troquei esses programas do canal infanto juvenil por CW e ABC Family. Mesmo assim, seus looks no tapete vermelho sempre me chamaram atenção. Seus vestidos são lindos! E resolvi escolher os melhores.
Esse entrou para a lista de vestidos mais perfeitos ever! Eu sei que a febre do azul em look night já passou a alguns meses, mas ainda assim é muito amor. Principalmente se o corpete é todo em bordados, misturando preto, tons de azul e brilho, e a saia de tule é rodada e plissada. Quero, quero, quero!
É uma mistura de fofura e peruisse, e funcionou direitinho. O vestido tem uma modelagem clássica, feminina, com um toque moderno pela estampa de lenço, contrastando com a clutch píton. A sapatilha preta é básica e deu uma cara mais menininha, mais meiga. Só eu senti um feeling Blair Waldorf?
Simples e sofisticado. Vestido branco sempre tem um frescor minimalista, algo que automaticamente já o define como phynesse (exceto os drapeados, claro). O modelo de Bella é bem básico, só com leves plissados transpassados no busto e dando um ligeiro volume na saia. A sandália de tiras prata que poderia ser colorida, pra dar um ponto de cor.
Esse é outro modelo très chic. O branco off white ganhou um ar dourado com o efeito brilhante, e a assimetria da saia deu uma cara mais moderninha pro vestido que tem uma vibe mais clássica.
Renda foi tão, tão usada na última temporada que agora até parece ter dado uma trégua. Mas não sumido completamente, claro. No último fim de semana rolou o Do Something Awards, e Bella apareceu com um vestido todo trabalho nesse tecido romantique. Para dar toques mais it, o cinto de pedrarias e ankle boot de píton.
Definir o vestido da atriz em uma palavra: Minimalista, claro. Branco, linhas retas, sem texturas, sem brilhos, apenas o vestido. É chique. A sandália rosa ajudou a quebrar, mas o grande ponto de cor mesmo vem da Cambridge Satchel Bag limão -trendy!
Vestido nude não é nude sem tem brilhos óbvios, né? O modelo tem leves plissados por causa da quantidade extra de tecido, dando um breve feeling grego. A textura ficou bem visível, o brilho não ficou sutil, mas tá cool. O maxi colar de franjas é fashionista!
Eu tenho fraco por saias de tule, então sou suspeita pra falar. Mas não é lindo? O corpete tomara que caia com pedras, as várias camadas da saia, o tom aberto de azul... Tudo resulta num vestido com cara de festa de 15 anos. 
Estampa tribal pode ir para Red Carpet, viu? O modelo de Bella mistura várias formas geométricas, mas a brincadeira dos tons não é tanta, branco com alguns terrosos e cores quentes. O toque mais phynesse é a aplicação de paetê, dando um efeito de brilho bem discreto.
Nessa seleção não poderia faltar vestido longo! Por mais que ele tenha uma cara gipsy/hippie bem forte (principalmente com o cinto de couro caramelo), o jeito romântico e fofo da estampa liberty e babado no decote é dominante.
Estampa de oncinha é clássica, mas no momento está meio apagada. O que não quer dizer que esse vestido não fique lindo por ai. O fundo amarelo deixou mais descolado, e o coturno com spike + meia soquete rosa nude já se contrastavam entre si, e esse mix de estilos ficou ainda mais aparente com a modelagem rodada. LIKED!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

23 de ago de 2012

Candy por Sarra Manning

Candy - Fashionistas #4
Candy Careless é a filha da realeza do punk rock e a estrela de língua ferina do reality show que ajudou a recuperar a fortuna que sua família havia perdido durante os anos de ostracismo. Para fugir da pressão de conviver com câmeras de TV apontadas para ela 24 horas por dia, sete dias por semana, Candy resolve se mudar para Londres, onde pretende iniciar uma carreira como modelo. Mas quando um segredo ameaça destruir tudo o que Candy conquistou, ela se dá conta de que não é tão atrevida e durona quanto aparenta ser no programa de TV. A coleção Fashionistas é uma cativante história sobre quatro garotas que buscam fama e glamour no difícil mundo da moda. Todas elas têm passados e culturas bem diferentes, mas desejam o mesmo futuro: charme e beleza. A série desvenda todos os segredos do mundo da moda sem esconder o seu lado mais obscuro. 

Autora: Sarra Manning
Editora: Prumo
ISBN: 9788579271700
Páginas: 320
Nota: 
Livros anteriores: Laura, Hadley, Irina

Quando eu terminei de ler Irina, até tentei começar outro livro, deixando Candy para aquele momento mais "ressaca literária", sabendo que me tiraria da fossa. Não rolou. Duas páginas de outro título depois, tudo que eu pensava era no que aconteceria no volume final de Fashionistas (bem, também em como diferenciar éter de éster, mas isso não vem ao caso). Larguei o que estava lendo e voltei para Londres, para o apartamento da Fierce, pronta para conhecer a última protagonista e não tão pronta assim para dar adeus à série que foi minha queridinha no último mês.

Como cada livro é o ponto de vista de outra garota, Candy sempre foi a imagem que Laura, Hadley e Irina tem dela. Você não a conhece a fundo. Sabe que é uma boa amiga para Laura, mas também sabe que foi uma grande bitch com Hadley. Até sua carreira é um ponto de interrogação. Sim, ela teve um reality show nos EUA, mas além disso? Candy está no topo ao mesmo tempo que está no fundo do poço. Ela quer ser a garota revoltada que fala palavrão na televisão para sempre?

Repito aqui o que já disse antes: Sarra nos apresenta uma garota confusa, problemática, indecisa, cheia de defeitos e nos faz gostar dela. Candy não é exatamente uma personagem que ganharia a empatia do leitor com facilidade, mas você vira a primeira página já estando no fã clube dela, torcendo que tudo de certo. Ela tem problemas com a família maluca, com o sucesso momentâneo e sente sua vida vazia. Candy é uma mistura de fragilidade e garra, com muita pitada de sarcasmo e no fundo, um bom coração.

Embora seu trabalho seja na televisão, emplacar uma carreira hollywoodiana não é bem sua meta, e servir como "cabide humana" também não. Sempre estranhei o que ela fazia na Fierce, sendo que não é modelo nem atriz. Candy quer ser estilista, pronto. Esse livro mostra um outro lado da passarela, do mundo que Laura e Irina apresentaram: a criação, a loucura e a responsabilidade dos bastidores do estilista, e não do fotógrafo.

Como esse é o livro final, eu imaginava que teria um foco maior nas outras personagens, algo mais aprofundado do que nos livros anteriores. Não é bem assim. Candy correu como se não fosse o último, dando destaque para a vida da protagonista, seu trabalho, sua amizade com Alfie (o colega de trabalho mandão), só com o final abrangendo as quatro colegas de apartamento. Bastou - quando você está imersa na vida de qualquer uma das garotas, você não tem muita vontade de sair.

Depois de praticamente devorar os dois últimos livros da série, eu já estou com saudade de Fashionistas. Candy finalizou tão bem quanto Laura começou e Hadley e Irina fizeram o desenvolvimento. O livro tem drama, comédia, romance, narrativa gostosa e cenas dos bastidores da moda que dão vontade de correr para Londres e se filiar à Fierce. Quero mais de Sarra!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

22 de ago de 2012

Top 5: Favoritos de Blake Lively!

Se tem alguém que figura listas de it girl a cinco anos e compete de perto com Alexa Chung pelo posto de mais fashionista da década é Blake Lively. A atriz, amiguíssima de Anna Wintor, recebe toda influencia de Serena van der Woodsen, do figurinista de Gossip Girl, de todos os editores e estilistas com quem anda por aí, e não deu em outra: seu figurino real é um dos mais desejados do mundo. Pensando nisso, depois de montar um lição de estilo com a atriz a mais de ano, resolvi escolher de seus looks mais recentes (até um ano), as melhores peças. Vontade pegar tudo pra mim!
Jaqueta Isabel Marant
Blake não é  única celeb que usa o modelo, mas é quem ficou melhor. A jaqueta da grife francesa Isabel Marant é toda estruturada nas mangas e ombros, em cortes retos e minimalistas. Para chamar atenção, os bordados com brilho e detalhes em azul na gola. Loved!
Sapatilha
Não descobri quem é o designer da sapatilha, mas o que importa é que ela é linda e super tendência. Toda trabalhada nos brilhos, o par é diferente entre si. Por ser várias cores juntas, cada pé ficou de um tom, fazendo degradê e criando outras tonalidades. Quero sapatilha assim djá!
Saia Gucci
É claro que o novo rosto da Gucci deve sair por aí desfilando peças da marca (embora essa foto já tenha longos oito meses). Só o metalizado por si já é trend super, mas num modelo de saia de couro e ainda por cima plissada, ficou mais it ainda. Power!
Vestido Opening Ceremony
Certo, esse pode não ser o vestido mais lindo ever do guarda roupa de Blake, mas como eu fui atrás de peças mais copiáveis, o Opening Ceremony se encaixa perfeitamente. Além de ser fofo, a estampa abstrata em preto e azul fica fashion. 
Bolsa Chanel
Quase tão certo quanto scarpin Louboutin no tapete vermelho, é bolsa Chanel no dia a dia. Blake ama - e tem como não?! A it bag tem um tamanho legal, alça de corrente clássica e chama muito atenção em seu tom aberto de azul. Porque bolsa preta dá sono
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

21 de ago de 2012

Amada Imortal por Cate Tiernan

Amada Imortal - Amada Imortal #1
Primeiro livro de bem-sucedida trilogia, mistura fantasia sobre imortais a uma história moderna de jovem em busca de si mesma e de redenção. Questões de identidade e moralidade aparecem na trama, protagonizada pela imortal Nastasya. Nascida em 1551, acostumada a beber e sair para baladas cada vez mais loucas, ela perdeu o rumo. Suas conexões com outros imortais, interessados apenas em suas habilidades mágicas, a fazem partir em busca de um propósito. E o encontra em uma espécie de clínica de reabilitação para os de sua espécie, onde conhece um pouco mais sobre o próprio passado e cria importantes laços para o futuro. 

Autora: Cate Tiernan
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501092656
Páginas: 280
Nota:

Com toda aquela overdose de vampiros nos últimos anos, não faltaram versões e teorias sobre os seres sanguessugas. Em todas, a característica mais batida deles (além da sede por sangue e amor impossível, claro) é a imortalidade. Não é para menos que quando me deparei com Amada Imortal, lançamento da Galera Record, imaginei que tinha nas mãos trezentas páginas dos seres pálidos que, com sorte, não brilhariam no sol. Surpresa!

A mitologia apresentada pela autora é novidade. Quer dizer, mais ou menos. Os seres que fazem parte do mundo de Nastasya são praticamente humanos - só não podem morrer e tendem a mexer com magick. Apenas isso. Toda a história por trás disso, as explicações e tal, fazem parte do passado da protagonista e é o grande impulsor do enredo. O mistério que Nasty guarda é a graça de tudo.

Outro plot principal é o amadurecimento da protagonista. São mais de 450 anos de vida, Nastasya já viu muita coisa, passou por muitas outras. Em outras palavras: ela já viveu o suficiente para achar que se fechar em uma bolha particular é a melhor opção. E aí está. Tudo começa quando ela percebe o que está acontecendo, que está sendo tão indiferente com a vida que seu lado mau está dominando. Essa característica da protagonista é irritante, você tem vontade ir lá e sacudi-la até criar emoções na criatura. Não é porque é imortal que Nastasya pode ser tão blasé.

Desde o primeiro momento, o romance foi algo clichê, mas não previsível. Você sabia que Nastasya gostava de Reyn, praticamente um deus viking, e que as chances para o sentimento ser recíproco eram altas. Entretanto, os dois são muito complicados, nenhum faz força para colaborar, tantas palavras não ditas e silêncios preenchidos com olhares raivosos. Isso cansa. Depois aparece a autora com uma bomba, gritando para você "dorme com essa agora, leitor". 

Tiernan escreve bem e foi bastante criativa ao formular sua nova mitologia (pelo título, tive medo de reencontrar algo do estilo Os Imortais de Alyson Noël, blergh), e acabei me surpreendendo. A autora fez a ótima escolha  de narrar em primeira pessoa, usando toda sua inesgotável fonte de ironia e tiradas inteligentes. Nastasya ou Cate, tanto faz, tem sempre uma piada irreverente pronta pra sair por ai espalhando humor negro.

Amada Imortal se mostrou uma ótima surpresa em vários sentidos, e eu adorei. A escrita da autora é inteligente, sagaz, o pano de fundo é interessante e teoricamente novo, e se não fosse a grande muralha em volta de Nastasya, cinco estrelas seriam certas. Recomendo.
Bjs,
Para vc que ama, Girlie Poderosa

20 de ago de 2012

Assuma seu super herói!

Dois anos atrás, fazia sucesso tudo que tinha vampiros. Até algum tempo atrás, a moda era conto de fadas, adaptações e regravações. Hoje? Super heróis são a última palavra em bilheterias milionárias. Pode ver o que esteve em cartaz nos últimos meses: Os Vingadores, O Espetacular Homem Aranha, Batman: O cavaleiro das Trevas Ressurge, sem falar em Capitão América e Lanterna Verde no ano passado. Super heróis deixaram de ser coisa exclusiva de nerds a la The Big Bang Theory. É cool, é tendência. 
Além de ser influencia fortíssima do cinema, os super heróis entraram mais no lado fashionista depois de uma parceria entre a Marvel e Ausländer, que criou oito estampas diferentes usando esse universo como tema. Obviamente, a coleção foi um sucesso na última Fashion Rio! Lá fora, 3.1 Phillip Lim usou estamparia inspirada no universo dos quadrinhos na coleção Pre-Fall 2012, Textile Elizabeth & James apostou nas T-shirts, e Asos teve toda uma linha temática do Batman. É mais poder do que você imaginava, não?
Esse universo nerd sempre está em alta, só que de formas diferentes. O college é um clássico, e o geek chic foi must have dois invernos atrás. A print pop art já vem conquistando os corações dos descolados a um tempinho, figurando looks lyndos no lookbook, mas só foi ganhar as lojas físicas por agora. E não se prenda ao símbolos típicos do seu super herói favorito. Quadrinhos, desenhos ou interjeições como "Poom!" ou "Boom!" também seguem a trendy.
A grande maioria das peças é em t-shirt, mais básicas e fáceis de combinar (com fundo mescla é o amor em forma de camiseta! #exagero).  Para deixar ainda mais descolado, vale apostar em jeans metalizados acompanhando. Quem preferir jaqueta ou legging com a estampa, deve usar com outras peças mais discretas, já que essas tendem a ser bem chamativas.
Embora eu admita minha nerdice crônica, super heróis nunca foram muito a minha praia. De qualquer modo, vi tanta camiseta fofa com a estampa que quero uma pra chamar de minha djá! São divertidas, irreverentes, tendência e fazem você ser uma super heroína sem precisar admitir que nas horas vagas banca a Mulher Maravilha (fique tranquila, seu segredo está seguro comigo! #shh)
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

Irina por Sarra Manning

Irina - Fashionistas #3
A coleção Fashionistas é uma cativante história sobre quatro garotas que buscam fama e glamour no difícil mundo da moda. Todas elas têm passados e culturas bem diferentes, mas desejam o mesmo futuro: charme e beleza. A série desvenda todos os segredos do mundo da moda sem esconder o seu lado mais obscuro.

Autora: Sarra Manning
Editora: Prumo
ISBN: 9788579271618
Páginas: 280
Nota: 
Livros anteriores: Laura, Hadley

Existe uma categoria literária ainda não registrada oficialmente, mas muito importantes e que vão me deixar rica depois que eu registre no cartório: livros fuga. Sabe quando você pega um livro real, sem sobrenatural, e vai para tão longe que é como se tivesse ido parar direto na Escócia? É sempre assim com a série Fashionistas, de Sarra Manning. É impossível não amar.

O terceiro livro da série é protagonizado por Irina, a russa revoltada que sempre foi muito alheia às colegas de apartamento, consequentemente, foi personagem terciaria nos outros livros. Foi só agora que pude descobrir mais sobre ela, seu passado pobre e marginalizado na Russia, sua carreira nem tão perfeita como Laura fazia parecer, e seu coração de gelo. 

A coisa que mais amo em Sarra é sua estranha capacidade de nos fazer gostar das pessoas pelo seu pior. Como assim? Explico: Acima de tudo, as protagonistas são muito humanas, cheias de erros e inseguranças. Como na vida real, é essa parte "defeituosa" que acaba prevalecendo. A autora não mascara isso com qualidades, protagonistas perfeitas saindo direto da fábrica de chocolate (não consegui pensar em nada melhor que chocolate, releve). Sim, as personagens tem seu lado bom - mas também tem o ruim, e precisam conviver com os dois. Toda a pressão da carreira as fazem pender para o pior. Mesmo assim, você gosta dela, você torce por ela. 

Irina é uma grande sem coração. Ela teve uma infância difícil, está acostumada com grosserias, estupidez, cresceu tendo isso como base. Não deu outra. Bem lá no fundo (beeeem lá), ela tem um lado bom, mas aprendeu que fragilidade não cola e a cara de durona rende mais. Esse também é um livro sobre amadurecimento. Er, quer dizer, mais ou menos.

O romance entre Irina e Javier, o fotografo brasileiro, é a melhor parte. Se está pensando que é clichê, já pode parar por aí. Eles são opostos. Ele é extremamente fofo, querido, blablabla, e Irina tem aquela estranha capacidade de estragar tudo, baseada em suas experiencias fracassadas na Russia. Você torce por eles, ela vai lá e faz burrada, ninguém para para se explicar, você fica agoniada, acha que tudo deu errado e, de repente, OWN. Depois de novo.

Antes do livro, eu não gostava da protagonista - a achava chata e antissocial. Ainda a acho chata e antissocial, mas gosto dela. Esse peculiar poder de Sarra, junto com sua escrita fluida, e tiradas divertidas, resulta em mais um livro excelente, que faz as horas passarem num piscar de olhos enquanto você vai de Londres para o Japão, segue para Nova York e volta para Inglaterra. Recomodadíssimo!
Bjs,
Para vc que ama, Girlie Poderosa 

RESULTADO: Conselho de Amiga, Do seu lado

Acho que mais animados do que promoções novas, só com os resultados, né? Faz sentido. Foram dois sorteios acumulados para hoje, dois livros, dois sortudos, nenhuma Joana com capacidade de enrolação. Quer ver quem ganhou?
Jadiane Soares Moreira
 Julio Cesar Vieira
Parabéns, galery! Vocês tem até as 15h de quinta feira, 23, para enviar seu endereço completo para poderosas.e.femininas@hotmail.com ou por aqui. Quem não ganhou dessa vez, continue tentando! Do mesmo jeito que tem várias promoções na reta final (váááárias), promoções novas estão vindo com tudo, é só comentar bastante. 
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

19 de ago de 2012

Essa Semana #47

Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura.

Vem comigo na minha semana literária...


♥ Leitura do momento:
Candy - Sarra Manning

♥ Li essa semana:
Gossip Girl: Psycho Killer - Cecily von Ziegesar
Amada Imortal - Cate Tiernan
Irina - Sarra Manning

 Resenhei essa semana:
Gossip Girl: Psycho Killer por Cecily von Ziegesar
Minhas Tudo por Mario Prata
Malas, memórias e mashmallows por Fernanda França

♥ Super Posts:
SORTEIO: O Casamento

 Ultima Compra: 
 Meu presente (muitas nerdices!) *---------*

 Desejo Comprar Urgentemente:

Lita Boots! Aceito de aniversário, viu? É depois de amanhã ;)

Conversa imaginária com personagem fictício:
"Irina, ter coração uma vez na vida não faz mal, sabia?
"

Eu falaria para o autor:  

"Sarra, pfv, escreva outra série como Fashionistas!!!"

 Estado de Espirito Literário:
Animada!

Literary Crush: 

Javier, talvez. (Eu não gosto do Chuck Bass literário, não estranhem sua falta aqui).

♥ Feito da Semana: 
O blog chegou nos 900 posts, yey!

♥Queria ver no Brasil:
Vou diminuir um pouco, tá? Queria Z Festival no Rio Grande do Sul. The Wanted ♥

♥ Im in mood for... (gênero literário do momento):
YA

Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio):
FUI IGNORADA A SEMANA TODA PELO CARTEIRO!

Super Quote:

"- Vencemos de muitas maneiras diferentes - disse Asher. - Muitas pequenas vitórias. O principal nessa vida é não ser bom o tempo todo. Ninguém faz a coisa certa o tempo todo. Não é assim que a vida é."
Amada Imortal - Cate Tiernan - Página 96
 Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):
We are never ever getting back together - Taylor Swift

Payphone/Call me maybe - Jessica Jarrell feat. James Alan
Bjs, 
Para vc que me ama, Girlie Poderosa