30 de abr de 2012

Minas Trend Preview: Vivaz

Como o mundo não vai acabar nesse final de ano, é bom já ficar sabendo o que vai ser hype na próxima temporada. Já faz um tempinho que eu não postava sobre desfile por aqui, mas eu continuo de olho no que rola por ai (rimou, viu?). E é claro que tem aqueles desfiles em especial que mexem com o meu psicológico e eu corro para comentar aqui no P&G. Um bom exemplo é o desfile da Vivaz, no Minas Trend Preview Verão 2013.  Lindo, lindo, lindo ♥
A semana de moda mineira trouxe várias coleções lindas, mas foi a que finalizou o segundo dia que mais me chamou atenção. Com uma delicadeza e fluidez evidente na passarela, Vivaz, que já é uma marca conhecida pela phynesse e o primor em suas roupas de festa, se inspirou nas formas do arquiteto Oscar Niemeyer e da artista plástica Lygia Clark e resultou em peças femininas e cheias de detalhes.
As peças seguiam o padrão dos anos 50 e 60 e eram bastante parecidas entre si, entretanto, o shape se diferenciava. Comprimento mini, longo, mullet, em sua maioria vestidos, saias avasê e lápis, algumas com detalhes de peplum. Transparência disfarçada com hot pants e bustiês, ou uma simples camada dando um toque a mais aos vestidos. Frente unica e tomara que caias foram os decotes da vez. Porém o grande destaque da coleção foram os bordados perfeitamente trabalhados, dando aquele toque ryqueza à roupa.
Em tecidos leves como renda, tule, georgete e musseline de seda, a fluidez foi unanime - assim como a referencia boudouir. O efeito molhado de algumas roupas foi pelos detalhes de crinol, que garantiu a lembrança vintage às peças. A cartela de cores foi basicamente tons pasteis e nude, mas com alguns toques de cítricos como amarelo e verde menta (que foram fortes em boa parte dos desfiles, como Patogê, GIG e Patricia Motta).
Vivaz foi a melhor coleção da Minas Trend Preview (sinto culpa por eleger - I'm sorry, GIG!), com seu lady like feminino e equilibrado. Simplesmente não tem como não desejar todos aqueles vestidos, maxi colares e clutchs. Se prepare para um verão 2013 super bordado - porém, por enquanto, o negócio é casaco de lã e muito cachecol.
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

29 de abr de 2012

Essa Semana #31

Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura.

Vem comigo na minha semana literária...


♥ Leitura do momento:
Pobre não tem sorte - Leila Rego

♥ Li essa semana:
A última princesa - Fábio Yabu
O Herói Perdido - Rick Riordan

 Resenhei essa semana:

♥ Super Posts:
TOP 10: Personagens fashionistas!

 Ultima Compra: 
Anel de laço e de serpente *-*

 Desejo Comprar Urgentemente:

Uma estante nova.


Conversa imaginária com personagem fictício:
"Mariana, CRESCE!"

Eu falaria para o autor:  

"Rick, que tal dar o lugar de destaque para o Leo e não o Jason?"

 Estado de Espirito Literário:

Carry on [2]

Literary Crush: 
---

♥ Feito da Semana: 
Controlei meu espirito Becky Bloom em frente à umas pulseiras de spike!

♥Queria ver no Brasil:

LOL com estreia antecipada. 

♥ Im in mood for... (gênero literário do momento):
Romance.

Hey Mr, Postman (ultima coisinha que chegou do correio):
Diário da Mariposa - Rachel Klein

Super Quote:
"O "P.O.V.O. - Pessoas Ocupadas (demais) com a Vida dos Outros" - é uma raça muito cruel. E a raça P.O.V.O. do tipo "interior" é duas vezes mais cruel."
Pobre não tem sorte - Leila Rego - Página 18
 Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):
Espelho, espelho meu 
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

O Herói Perdido por Rick Riordan

O Herói Perdido - Os Heróis do Olimpo #1

Depois de salvar o Olimpo do maligno titã Cronos, Percy Jackson e seus amigos trabalharam duro para reconstruir seu mais querido refúgio, o Acampamento Meio-Sangue. É lá que a próxima geração de semideuses terá de se preparar para enfrentar uma nova e aterrorizante profecia. Uma mensagem que pode se referir a qualquer um deles: "Sete meios-sangues responderão ao chamado. Em tempestade ou fogo, o mundo terá acabado. Um juramento a manter com um alento final, E inimigos com armas às Portas da Morte afinal." Os campistas seguirão firmes na inevitável jornada, mas, para sobreviver, precisarão contar com a ajuda de alguns heróis, digamos, um pouco mais experientes — semideuses dos quais todos já ouvimos falar... e muito.

Autor: Rick Riordan
Editora: Intrinseca
ISBN: 9788580570083
Páginas: 440
Nota: 

Companion books são, por motivos óbvios, complicados. Se já é difícil lidar com comparações de livros em um mesmo gênero, de um mesmo autor, como então não criar expectativas e ligações com séries que derivam uma da outra? Depois de finalizar a série Percy Jackson e os Olimpianos, Rick Riordan quis continuar com as aventuras dos semi deuses no Acampamento Meio Sangue... É impossível desligar personagens e aventuras. É impossível desligar lembranças e comparações. É impossível desligar as expectativas.

Nesse livro, somos apresentados à Jason, Piper e Leo, três semi deuses que vão parar no acampamento meio sangue. Cada um tem seu passado algumas histórias incomuns, mas ligar isso à existência dos deuses gregos romanos? Er, acho que não. Piper é filha de um ator famoso que foi sequestrado por uma criatura que ela nem sonhava que existia. Leo cresceu assombrado pela babá com tendências sobrenaturais. E Jason... Bem, Jason não sabe quem é, o que viveu e nem por que acordou num ônibus ao lado de Piper e Leo, a suposta namorada e o suposto melhor amigo. Uma nova Profecia, uma nova missão, um novo trio. Semi deus não tem paz nunca? Nope.

O Herói Perdido é narrado em terceira pessoa, o que não ajudou muito. Parece interessante que uma série com tanta ação e fatos simultâneos seja pelos olhos imparciais de três protagonistas - só que não. Era tão divertido estar imersa nos pensamentos de Percy, e agora você não entra na cabeça de ninguém. A história fica mais arrastada, pois a cada troca de narrador, tem uma pequena introdução desnecessária aos fatos anteriores. Certo, em alguns momentos vivenciar o que Leo, Piper e Jason fazem simultaneamente é bastante útil - mas em boa parte, só é confuso.

Os protagonistas já tem 16 anos, o que dá uma boa diferença no Percy, Annabeth e Grover de apenas 12 no primeiro livro. É aí que já começam as comparações entre os trios de heróis. Então, se é para fazer isso direito: adeus Jason, adeus Piper, olá Percy, olá Annabeth. Como senti falta dos dois em O Herói Perdido (mesmo que Annabeth tenha algumas passagens, não satisfaz os leitores da série)! Jason é chato. Corajoso, porém chato. Sua falta de memória dá motivo para aquela confusão básica na cabeça do leitor, e as vezes irrita. Piper é interessante, esperta e determinada, mas nada como a filha de Atena - além disso, é apaixonada por Jason, o que não é um fator muito legal num livro de aventura como tal. Já Leo é muito amor, inteligente, divertido, espirituoso, e realmente levou o livro nas costas. Se adorei o livro, grande parte disso é por causa dele.

Mesmo que tenha o mesmo formato, Rick Riordan deu uma inovada na mitologia, mas sem mexer no principal. As mudanças que aconteceram no final de O Último Olimpiano estão apenas começando, já que esse livro se passa somente um ano depois. O autor introduziu um pouco de nomes romanos, e foi necessário um tempo a mais para se acostumar as ligações de deuses. Pelo lado bom, agora eu sei ligar mitologia grega à romana! \õ/

O Herói Perdido é muito bom, mas não chega perto de qualquer outro livro da primeira série. A abertura para a continuação é ótima, fiquei muito curiosa para O filho de Netuno, que sai agora no inicio de maio. Esse livro serviu para me convencer que não quero J.K.Rowling de volta á Hogwarts ou Suzanne Collins em Panem de novo - se acabou, ok. Mas já que voltou, Rick, se supere ainda mais. Para os fãs do gênero, recomendo!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

27 de abr de 2012

TOP 10: Personagens fashionistas!

No mesmo esquema do TOP 10: It Girls, montei a lista das personagens de seriados que tem o melhor figurino na minha nada humilde opinião. Alguns lugares são bem óbvios, quem me acompanha já sabe algumas das minhas escolhas, mas foi legal selecionar um numero limitado e ordenar. Sério, fazer listas são muito divertidas e reflexivas. Adeus, bloquinho de notas...
10º: Laurel - The Lying Game
Enquanto tem aquele demorado intervalo entre uma temporada e outra, você não sente saudade da história, mas do figurino. Laurel é super meiga, só que equilibrando a feminilidade com conforto. Ela ama vestidos mais soltos, sua maioria em modelo tulipa, e cores fortes. Por mais que use alguns tons neutros, boa parte de seu enorme closet é colorido, com pouca estampa e acessórios mais clássicos. 
9º: Sutton/Emma - The Lying Game
Uma atriz, duas personagens, um closet maravilhoso (quem não lembra da Emma pirando lá dentro no pilot?). Sutton tem grana e se aproveita muito bem disso. Ela abusa das tendências, sabe combinar peças e fazer um look casual parecer de passarela. Sua peça favorita são os shorts - mas não jeans. Tecidos soltos, cores fortes, texturização, de paetê, renda. Outro elemento forte de seu figurino é o salto alto - dá para contar nos dedos que a vimos de sapatilha.
8º: Spencer - Pretty Little Liars
College funciona quando a personalidade combina, simplesmente assim. Spencer Hastings? Preppy! Como boa fã do estilo, ela mistura feminilidade com androgenia, com muita alfaiataria, paletós, camisas e oxford. Entram ai as chemises, golas elaboradas, cardigãs e peças mais acinturadas. Seu figurino é prático e comportado, mas dá super para se apaixonar. Quem não ama todos aqueles casacos?
7º: Jenny - Gossip Girl
Diferente de boa parte dos fãs de Gossip Girl, eu gosto do estilo da Little J - principalmente sua fase Queen rebelde na terceira temporada. Quem começou toda doce no Brooklyn com peças delicadas numa cópia literalmente barata de Blair Waldorf, cresceu e se revelou it girl. Couro, comprimento mini, preto, muita grife e ousadia. Quando a fase menininha costureira ficou pra trás, conhecemos uma it girl rocker que se adaptou no sofisticado Upper East Side.
6º: Serena - Gossip Girl
Pode até ser considerada a grande it girl do seriado, mas pra mim o lugar dela é aqui: 6º! Serena é rica, amada pela elite nova iorquina, e lançadora de tendências. Foi trendy nas passarelas mundiais, ela usa - fazendo qualquer pedaço de tecido se adaptar ao seu estilo mega instável. Longos, minis, justos, soltos, cada episódio é uma referencia diferente. Até hoje não superei minha paixão pelo vestido que ela usou no casamento de Lily e Rufus - a melhor peça de toda a história de Gossip Girl.
5º: Mads - The Lying Game
Coitada, ninguém dá bola pra ela, que só foi ganhar um pouco mais de destaque no final da temporada. Isso significa, menos looks - mas ainda assim dá para desejar todas as peças que usa. Ela é mais cool, tem peças clássicas que, com os complementos certos, parecem modernas. Seus vestidos são maravilhosos, ela adora jaqueta de couro e deixa qualquer outra personagem no chão quando comparam quem se veste melhor.
4º: Jane - Jane By Design
A Andrea Sachs adolescente - não podia se esperar menos, né? Jane é feminina, abusa de saltos super altos, saias rodadas com camisas e cintos largos. Suas roupas são extravagantes exatamente como devem ser de quem trabalha com moda - ainda mais se você se passa por adulta. Quem tá com saudade da série se acuse! \\\\õ////
3º: Zoe - Hart of Dixie
It girl, definitivamente. A nova iorquina se destaca entre as Belles clássicas de Bluebell (a.k.a. Lemon), com suas peças grifadas, curtas e diferentes dos vestidos lady like de tons pasteis. Zoe usa muitas tendências que passam longe da pequena cidade, couro e alfaiataria, estampas clássicas e mix de tons coringas. 
2º: Aria - Pretty Little Liars
Quem não ama (o figurino, não a protagonista)?! Das quatro amigas, ela se destaca por não pertencer a nenhum estilo definido. Hoje é rocker, amanhã girlie, no outro boho, e no próximo tudo misturado. Não tem como criar uma lista com suas peças favoritas, só vale dizer que é o que vão usar nas próximas temporadas. Pena no cabelo? Sim. High low? Sempre. Varsity jacket? Também.
1º: Blair - Gossip Girl
 Alguém não sabia quem figurava o primeiro lugar? Embora a personagem tenha caído muuuuito no meu conceito nessa temporada, não se pode apagar as outras quatro seasons que fiquei louca para pegar todas as suas roupas para mim. Clássica, lady like, feminina, não usa jeans, não usa peças vulgares, e a única vez que usou moletom foi culpa do Dan. Esquecendo a influencia do Lonely Boy, Queen B. sempre será queen.
Concorda? Esqueci alguém? Me conta nos comentários!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

26 de abr de 2012

A última Princesa por Fábio Yabu

A última Princesa

Banida de seu lar por um feiticeiro, a Última Princesa de um reino encantado acabou esquecida pelo próprio povo e passa os dias sofrendo com as saudades da terra natal. Mas um novo mundo lhe é apresentado pelo misterioso inventor Alberto, que tem a pretensão de construir uma máquina mágica. Por meio dela a princesa poderá ter a chance de se libertar da maldição, se também for capaz de enfrentar seus medos.

Autor: Fábio Yabu
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501094506
Páginas: 128
Nota: 

Creio eu que não sou a única pessoa a ficar entediada com História - sim, a matéria do colégio. Provavelmente pela falta de dialogo, pela semelhança de fatos diferentes, não sei explicar porquê aqueles textos não me conquistam. Simplesmente não conquistam. Acho que aprendo bem mais quando ligo um capitulo daquele livro didático gigante às páginas de um romance. Se eu tivesse lido semana passada A última Princesa, do autor Fábio Yabu, teria gostado bem mais de passar o domingo lendo sobre o Segundo Reinado.

O livro é dividido em dois tempos: no primeiro, somos apresentados à Princesa, sua vida no Reino, a convivência com a família e a vida luxuosa na corte. Em capítulos intercalados, vemos a protagonista já mais velha, casada com o Príncipe Encantado, porém longe de casa por obra de uma maldição. A linha que une ambas as partes é, em parte descobrir qual a maldição que expulsou a Princesa do Reino, e sua amizade com Alberto, um cientista que quer ajudá-la a voltar para casa, através de sua invenção mais engenhosa, a Ave de Rapina.

O que A última Princesa tem a ver com a história do Brasil? Com uma atmosfera de conto de fadas, Fábio se inspirou nas figuras importantes do país em época de monarquia, como a "Princesa" Isabel, Conde "Príncipe" D'Eu, "Alberto" Santos Dumont e outros menos importantes que você vai ligando as posições. Como a Princesa Isabel é mais conhecida pela Lei Aurea, os escravos tem um ponto importante na história. Basicamente, os feitos das pessoas reais (sem trocadilhos), são introduzidas no contexto do livro. Claro que com adaptações, para fechar no ambiente mágico em que o livro se passa. 

Eu tenho uma imagem da realeza não muito legal (acho que se o Brasil não é mais avançado, é tudo culpa da colonização mal feita e exploradora, sorry), mas achei os personagens muito fofos! A Princesa é preocupada com todos, seu reino, a escravidão, o Príncipe, Alberto - que, pelo que percebi, não tem a simpatia geral. Tirando a Ave de Rapina, ela é bastante corajosa e determinada. Ah, se todas as princesas fossem como ela... 

A última Princesa é minusculo, com um bom espaçamento entre os capítulos e ilustrações fofinhas no meio da história, ou seja, a leitura é super rápida e fluida. O livro é mega fofo, bonitinho e tal, porém é bem infantil. Não foi uma leitura que mexeu comigo (menos de 200 páginas raramente me ganham), mas gostei. E me arrependi de não tê-lo em mãos alguns dias atrás. Recomendo se você está querendo um livro leve, e se você tem uma prova sobre o Segundo Reinado e Abolicionismo - CORRE PARA AS MONTANHAS A LIVRARIA!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

25 de abr de 2012

E a meia calça de 2012 é...

Todo o inverno surgem novidades com meia calça como uma solução para não abandonar as amadas saias quando a temperatura baixa e deixar as pernas de fora não é uma opção viável. Normalmente, as trendys com esse acessório são estáveis, mas sempre com um detalhe a mais aqui e ali. Meia calça colorida, por exemplo, foi febre três temporadas atrás e continua firme (a.k.a. Neon, SPFW). As meias 3/4 e 7/8, que foram as queridinhas de 2011, estão com tudo ainda - só que esse ano com news: cinta liga!
A ideia é ousada, e foge do boudouir mesmo que tenha referencias similares. A meia calça que imita cinta liga podia muito bem pagar por uma tendência trash, só que quem investiu nela foi ninguém menos que Herry Holland, o estilista inglês mais bombado do momento com House of Holland. Foi aparecer na passarela e... Boom! 
Quem diz que é uma peça unicamente para quem faz um estilo mais lolita, se engana. Claro, as garotas pin up tem mais um detalhe amado para incorporar em seu visual, mas não é exclusividade. Se baseie pelas celebridades, diversos estilos, uma peça. Miley Cyrus usou e montou seu básico rocker trash de guerra. Paris Hilton e Selena Gomez fizeram uma pegada mais feminina, com peças delicadas (mesmo que em preto) e acinturadas. Sophie Powles e Ellie Goulding já usaram com um preppy andrógeno, com alfaiataria e camisas. Sem falar no rosto de House of Holland, Jessie J, que incorporou as meias para seu visual aloka.
Para usar? Fácil, fácil. É como se fosse uma meia calça normal, só que exige comprimentos mini. Dá para jogar com short jeans e jaqueta de couro, saias de cintura alta e tricot, e meu favorito, chemise com maxi cardigã. Nos pés, prefira canos baixos para alongar a silhueta, como scarpins, sapatilhas, ankle boot - ou seja, só não vale bota. 
Prometendo figurar o inverno 2012, o negócio é se acostumar. Sinceramente, ainda não consegui gostar delas - só um look aqui e ali. Raros. A imitação de cinta liga na meia calça é uma escolha diferente e fora dos padrões, algumas vezes fica até vulgar. O equilíbrio é difícil, mas não impossível. Cá entre nós, eu não usaria - mesmo adorando as meias 3/4 normais. É pra você?
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

24 de abr de 2012

A estreia de Fani por Paula Pimenta

A estreia de Fani - Fazendo meu filme #1


Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. 
“Fazendo meu filme” nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades. 

Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutemberg
ISBN: 9788589239844
Páginas: 331
Nota: 

Mais um nome para cortar da minha lista de PCPACA (preciso-conhecer-para-acabar-com-alienação): Paula Pimenta. Sempre ouvi milhares de elogios para a autora mineira, considerada a melhor autora nacional de YA books. E então eu tive a oportunidade de ler, de conhecer, de descobrir Fazendo meu filme. Pois é, continuo considerando Como (quase) namorei Robert Pattinson e Estrela Píer os melhores livros nacionais que já li, mas A estreia de Fani ainda assim é muito bom. 

Fani tem dezesseis anos, ama cinema e sofre de paixão não correspondida pelo gatíssimo professor de biologia. Nesse meio tempo, surge a oportunidade de Fani fazer um intercambio, terminar o ensino médio em outro país. Isso seria maravilhoso, se não significasse abandonar Gabi e Leo, seus melhores amigos, toda a vida segura que conhece.

Ler A estreia de Fani foi como voltar no tempo, quando eu me deliciava com a série Poderosa de Sérgio Klein. A narrativa dos autores é bem parecida, as protagonistas tem características semelhantes, os personagens tem aquele mesmo carisma, além de, claro, o cenário brasileiro que a gente tá acostumada a viver, não a ler.

Fani pode se passar por ingenua em alguns momentos, meio bobinha e deslumbrada, entretanto consegue ser bastante esperta e decidida quando quer. Pelo título, eu sempre achei que ela fosse gravar um filme - não sei como, nem por quê - mas sempre achei que fosse isso. Depois de terminar o livro que me toquei que é o filme da vida dela, a vida é um filme (conclusão brilhante, Joana, como chegou nela?!). Sua paixão por cinema é, ao mesmo tempo, igual e diferente a de Anna, de Anna e o Beijo Francês, e de tempos em tempos, eu ligava uma a outra.

O livro é bem fofinho, mas só fui realmente ficar apaixonada pela história lá nas últimas páginas - nas primeiras 275 páginas, mais ou menos, foi simplesmente um bom livro. Adorei, uma pegada de Meg Cabot, de Sergio Klein e toque de originalidade: A estreia de Fani é uma ótima opção pra quem tá afim de um romance brasileiro. Recomendo - porém esperava mais!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa

23 de abr de 2012

Vai uma bandeira aí?

Já contei que sou rata de lookbook.nu? Vivo por lá fuçando no guarda-roupa alheia e sonhando com todas aquelas roupas legais. Simplesmente não tem como não amar se perder em todas aquelas combinações lindas de it girls ao redor do mundo. Além disso, o site é uma ótima fonte de novidades no street style, adiantando o que a Inglaterra, Estados Unidos e França vão mandar ser hype aqui no Brasil - como, por exemplo, o bandeirismo. 
Faz um tempo que venho notando as estampas de bandeiras, geralmente a dos Estados Unidos e Reino Unido, sendo apontada como uma das trends moderninhas da temporada. É forte a influencia do grunge dos anos 90, o que diferencia da vibe hippie dos anos 70 e a era da discoteca dos 80. Mas se engana se você pensa que isso tem a ver com patriotismo ou preparação para as Olimpíadas. Esqueça! Embora a moda e a situação mundial andem de mãos dadas (ou quase), isso não tem nenhuma ligação. Bandeirismo é tendência, hype, cool.
Para provar que isso não é coisa de americano ou britânico com ego elevado, quem começou a usar as estampas foram as japonesas - que vive fazendo moda com seu estilo ousado e que divide opiniões. A moda se espalhou pela Europa e quase simultaneamente apareceu nos EUA. O Brasil está entrando agora na jogada, tanto que são poucas as lojas que já tem algum bandeirismo mais literal (o I ♥ NY/LONDON/PARIS não conta). A estampa de bandeira tem cara de fast fashion (isso não é uma critica, ok, pelo contrário), é facilmente encontrada no eBay e tem vários videos de DIY no youtube.
Bandeirismo é extremamente urbano, ou seja, é perfeito com jeans. A estampa normalmente aparece em blusas de moletom e maxi tricot, liberando calça ou shorts jeans com qualquer que escolha o sapato (aposte na sleeper fashionista ou coturno de toda hora). Se optar por um shorts com a bandeira - o modelo mais descolado da trend, ainda mais se for hotpants - jogue aquela blusa podrinha de cor neutra, sem estampa, e um cintinho fino. Certo, a bandeira também aparece em detalhes como bolsos e sapatos, mas não fica muito legal #prontofalei.
Preciso comprar um tricot com a estampa dos EUA (a verdade é que eu preciso renovar o guarda roupa todo... mãe? *-*)! A overdose vai ser forte, sem falar que sair um pouco desse cansativo movimento seventies sem fim (eu gosto, mas tem um limite de temporadas para a coisa se repetir, não?). Aproveite e abuse agora - quando chegar 2014, em época de Copa do Mundo, já vai ser boring. Bandeirismo é o novo xadrez!
Bjs,
Para vc que me ama, Girlie Poderosa